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Presidente da Câmara Municipal assume prefeitura de Maxaranguape após cassação de prefeita e vice

G1 Rio Grande do Norte ·
Presidente da Câmara Municipal assume prefeitura de Maxaranguape após cassação de prefeita e vice

Daya Sobrinho, presidente da Câmara de Maxaranguape, assume prefeitura Redes sociais A vereadora Daya Sobrinho, presidente da Câmara Municipal de Maxaranguape, vai ser empossada nesta quarta-feira (19) como prefeita interina da cidade do litoral Norte potiguar.

Ela assume a vaga após a cassação dos mandatos, pela Justiça Eleitoral, da prefeita Professora Nira e do vice Evanio Pedro, por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024.

Os dois foram eleitos com 59,22% dos votos válidos nas eleições de 2024. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp A chapa havia sido cassada em primeira instância em agosto de 2025.

Em março deste ano, o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) manteve a decisão, por unanimidade.

Os gestores seguiam no cargo até então.

A posse de Daya Sobrinho como prefeita acontece nesta quarta em uma sessão extraordinária, às 18h, na Câmara Municipal.

Ela permanece no cargo, de forma interina e sem vice, até que seja realizada uma eleição suplementar.

TRE-RN mantém cassação da prefeita de Maxaranguape Nas redes sociais, a prefeita Nira informou, no início de agosto, que vai recorrer da cassação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação do Município.

Com a ida de Daya Sobrinho para a prefeitura, o vereador Weliton Freitas assume a presidência da Câmara Municipal de Vereadores, também de forma interina.

Indícios de irregularidade, apontou TRE-RN Para o relator do caso no Pleno, no julgamento realizado em março deste ano, a própria Corte, ao julgar anteriormente o mandado de segurança já havia reconhecido a existência de indícios concretos de abuso de poder econômico.

A sentença apontou distribuição de tijolos, telhas e cimento a eleitores vulneráveis em troca de apoio político.

As provas incluíram vídeos, perícia em celular, mensagens e depoimentos.

O esquema teria movimentado mais de R$ 31 mil, segundo a decisão.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio Grande do Norte.

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