Competitividade, crescimento e o papel estratégico da logística no Brasil
Quando discutimos crescimento econômico, produtividade, inflação ou competitividade das exportações brasileiras, raramente a logística ocupa o centro do debate.
Mas deveria.
A eficiência logística influencia diretamente o custo de produzir, transportar e comercializar bens.
Impacta a competitividade das empresas, a integração do país aos fluxos globais de comércio e a capacidade de oferecer produtos a preços mais competitivos ao consumidor final.
Em um ambiente cada vez mais complexo, compreender essa conexão é essencial para entender os desafios e as oportunidades da economia brasileira.
O consumidor atual não avalia apenas o produto que compra.
Avalia também sua disponibilidade, a previsibilidade da entrega, a velocidade com que ele chega às suas mãos e o preço final que paga por ele.
Em um mercado altamente dinâmico, a logística deixou de ser apenas uma atividade operacional para se tornar um elemento decisivo da experiência do cliente e da competitividade dos negócios.
Essa relevância tende a crescer nos próximos anos.
O avanço do comércio eletrônico, a digitalização dos negócios e a expectativa de aumento do consumo exigirão operações cada vez mais integradas, resilientes e capazes de garantir disponibilidade de produtos, agilidade nas entregas e preços mais atrativos ao consumidor.
Nesse cenário, a logística se consolida como um vetor estratégico para reduzir custos, ampliar o acesso aos mercados e gerar valor para clientes e empresas.
A dimensão dessa oportunidade é expressiva.
Projeções da ABComm indicam que o e-commerce brasileiro poderá movimentar R$ 259 bilhões em 2026, com aproximadamente 461 milhões de pedidos.
Mais vendas, porém, não significam apenas maior faturamento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.