Datafolha em MG: Lula, 37%; Flávio Bolsonaro, 31%; Zema, 10%
Datafolha em MG: Lula, 37%; Flávio Bolsonaro, 31%; Zema, 10% Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (22) mostra como está a disputa para a Presidência da República em Minas Gerais.
O levantamento foi contratado pela "Folha de S.Paulo" e pela TV Globo.
Lula (PT) aparece à frente no estado, com 37%, e Flávio Bolsonaro (PL), com 31%.
Em terceiro lugar, aparece Romeu Zema (Novo), com 10%.
Veja os números: Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 37% Flávio Bolsonaro (PL): 31% Romeu Zema (Novo): 10% Renan Santos (Missão): 3% Ronaldo Caiado (PSD): 3% Augusto Cury (Avante): 2% Samara Martins (UP): 1% Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1% Rui Costa Pimenta (PCO): 1% Edmilson Costa (PCB): 0% Clariana Barão (DC): 0% Hertz Dias (PSTU): * (foi estimulado, mas não foi citado) Em branco/nulo/nenhum: 7% Indecisos: 5% Pesquisa Datafolha para presidente em MG - 1º turno - 22/08/2026 Arte g1 Pesquisa nacional divulgada na sexta-feira (21) pelo Datafolha indicou Lula com 39%, e Flávio, 33%.
Em seguida, apreceram: Caiado, 5%; Renan, 4%; Zema, 3%; Cury, 2% Sobre os números referentes a Lula e Flávio Bolsonaro em MG, o Datafolha aponta que "as taxas de intenção dos candidatos estão no limite da margem de erro da pesquisa, de 3 pontos percentuais para mais ou para menos".
"Nesses casos o Datafolha avalia a situação de empate como estatisticamente pouco provável, e por isso, considera que o candidato com o maior percentual está de fato à frente." Minas Gerais é o estado considerado termômetro das eleições presidenciais.
Desde a primeira eleição direta para presidente após a ditadura militar, todo candidato que venceu em MG foi eleito presidente da República.
Em 2022, por exemplo, Lula venceu no estado com 50,21% dos votos, enquanto Bolsonaro recebeu 49,79%.
Em todo o país, Lula venceu com 50,90% dos votos, e Bolsonaro foi derrotado com 49,10%.
Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro dia de campanha Agência Estado Cenário com Pablo Marçal O Datafolha testou dois cenários de 1º turno, um deles com Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível por causa de uma condenação na Justiça Eleitoral.
O TSE ainda vai julgar se ele pode concorrer e, na última semana, proibiu o candidato de fazer propaganda na TV, ir a debates e usar dinheiro público em sua campanha até que haja uma decisão definitiva.
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