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'Eu simplesmente aguentei': o abuso sexual de pessoas com deficiências que abalou a Coreia do Sul

G1 Mundo ·
'Eu simplesmente aguentei': o abuso sexual de pessoas com deficiências que abalou a Coreia do Sul

Algumas moradoras de Saekdongwon apresentaram graves deficiências e dificuldades de comunicação Getty Images via BBC "Eu estava ferida por dentro e, por isso, vim contar a minha história." Estas foram as primeiras palavras de Seo Mi-hyeon para a polícia da Coreia do Sul.

Seo tem deficiência intelectual.

Ela tem dificuldade de formar sentenças longas e só se comunica por gestos e palavras breves. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Mas suas recordações dos abusos que sofreu são claras.

Seo foi uma das moradoras de uma residência assistida estatal da Coreia do Sul que sofreram abusos sexuais do diretor da casa.

O caso abalou o país e levantou sérios questionamentos sobre o atendimento às pessoas com deficiência pelo Estado.

No início do mês, um tribunal da capital sul-coreana, Seul, condenou o diretor da instituição a 15 anos de prisão.

Identificado apenas pelo sobrenome, Kim está recorrendo da decisão.

A sentença veio cerca de dois anos depois que Seo, agora na casa dos 40 anos, revelou os abusos sofridos pela primeira vez à sua mãe.

A BBC alterou o nome de Seo Mi-hyeon e de outras vítimas para proteger suas identidades.

Agora no g1 'Simplesmente suportei' Seo passou a morar em Saekdongwon, uma residência assistida para pessoas com deficiência intelectual, em 2016.

A instituição fica na cidade de Incheon, a oeste de Seul.

Totalmente subsidiada pelo Estado, ela ainda abriga cerca de 33 moradores, mas este caso fez com que fosse solicitado seu fechamento.

Seo afirma que os abusos começaram logo depois que ela foi morar no local.

Kim a visitava à noite ou nas primeiras horas da manhã para estuprá-la.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.

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