“Efeito Di María”: Rosario Central chega a mais de 100 mil sócios
Rival do Corinthians nas oitavas de final da Libertadores, o Rosario Central possui a expressiva marca de 104 mil associados, graças à chegada do atacante Angel Di Maria, um feito expressivo que garantiu a quarta posição no ranking nacional.
Sendo liderado por River Plate (351 mil), Boca Juniors (323 mil) e Independiente (160 mil).
Leia Mais Flamengo sai atrás, mas busca empate contra o Cruzeiro pela Libertadores Corinthians não faz gol em mata-mata de Libertadores desde 2018 Leonardo Jardim é hostilizado pela torcida do Cruzeiro: "Mercenário" A volta de Di Maria ao seu clube de formação em 2025 completou um ano .
Logo após encerrar sua participação no Mundial de Clubes pelo Benfica, o argentino anunciou que retornaria ao futebol sul americano para jogar pelos Auriazules.
O impacto foi imediato, fazendo com que o time ultrapassasse a marca de 100 mil sócio torcedores, graças a sua chegada.
O “Efeito Di María” espalhou-se para fora das quatro linhas, com as plataformas do clube registrando milhões de acessos, o vídeo principal do seu anúncio no Instagram atingiu mais de 10 milhões de visualizações.
Um jogador como Di María traz uma visibilidade que ultrapassa o campo e coloca o clube em contato com novos públicos.
Esse aumento de exposição fortalece a marca, amplia o engajamento dos torcedores e pode abrir novas oportunidades comerciais para o clube, principalmente quando existe uma estratégia para aproveitar esse momento Victor Schildt, professor de MBA em infraestrutura esportiva Cenário brasileiro O volume de associados aos maiores times da Argentina supera a realidade da maioria brasileiros, onde Palmeiras, Atlético-MG e Grêmio rompem essa marca.
Entretanto, o engajamento dos torcedores argentinos, não refletem com tanta força nas equipes, já que faturam significativamente menos que os rivais do nosso país.
Enquanto a receita de River e Boca ficam entre R$ 35 milhões e R$ 40 milhões, no Brasil os balanços financeiros revelam uma grande distância financeira.
O Flamengo lidera com R$ 90 milhões do programa de sócios, em seguida Palmeiras com R$ 80 milhões, além de Corinthians, R$ 61 milhões, e São Paulo com R$ 56 milhões.
Avanço da tecnologia nos estádios Apesar do futebol do Brasil movimentar mais verba, as arrecadações não atingiram a maioridade institucional, onde nos últimos dez anos, o modelo evoluiu para se tornar uma parcela das receitas.
Outro ponto que foi destaque para especialistas está na gestão tecnológicas de alguns estádios.
Que há um ano, passou a ser obrigatória por lei, a entrada de torcedores por meio de biometria facial.
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