Análise: Infantino resiste à pressão, mas futuro na FIFA segue incerto
Gianni Infantino sobrevive por mais um dia — por enquanto.
Em qualquer outro âmbito da vida, ele já teria feito as malas.
A governança do futebol, porém, opera em uma realidade alternativa.
Sem disposição para sair por vontade própria, ele se agarra ao poder, encorajado a atravessar a maior tempestade de sua própria criação que já envolveu a ele e à sua organização em seus 10 anos de mandato.
Leia Mais UEFA mantém boicote à Fifa após "recuo" de Infantino UEFA não recua e mantém boicote à Fifa após crise com Infantino Uefa pressiona Gianni Infantino a deixar presidência da Fifa, diz jornal Uma declaração de desculpas divulgada semana passada e o compromisso de não deixar a história se repetir, no entanto, fizeram pouco para apaziguar o escrutínio cada vez mais intenso sobre sua liderança.
Com o órgão governante do futebol europeu, a Uefa, reforçando sua ameaça de boicote às competições da Fifa e com as linhas de batalha sendo traçadas por todo o cenário futebolístico global, a questão ainda paira: o mais recente lance de Infantino é uma suspensão da execução, uma tentativa de reação ou o início de uma prolongada guerra de desgaste? Cenário fragmentado Antes da Copa do Mundo deste verão, foi noticiado que mais de 200 das 211 associações nacionais que compõem a Fifa haviam declarado apoio a Infantino para sua reeleição no próximo ano.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.