Amigas criam motogrupo feminino no litoral de SP: 'Lugar de mulher é nas duas rodas'
Motogrupo feminino se reúne na Baixada Santista, SP A paixão pelas duas rodas fez com que três amigas se juntassem para ocupar um espaço ainda majoritariamente masculino.
Elas criaram um motogrupo exclusivamente feminino que já reúne mais de 20 integrantes da Baixada Santista, no litoral de São Paulo.
"A gente se apoia, se incentiva e mostra que lugar de mulher também é nas duas rodas.
Não é sobre competir, é sobre se unir, se divertir e provar que a força feminina vai longe até de moto", afirmou a influenciadora digital e administradora do grupo, Taís dos Santos, de 32 anos. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp.
Com o nome Sereias do Bololô, o grupo foi criado há um ano para mulheres que têm duas paixões em comum: motocicletas e o mar.
Os vídeos dos encontros e das ações promovidas por elas têm feito sucesso com milhares de visualizações nas redes sociais (veja um deles acima).
Motogrupo feminino se reúne na Baixada Santista, SP Reprodução/Instagram Quais são as regras? As integrantes do Sereias do Bololô precisam seguir regras para garantir a segurança de todas.
A pedido do g1, a técnica de nutrição e também administradora do grupo, Sabrina Dameto, de 24 anos, listou as exigências para fazer parte da comunidade: 👩Ser mulher; 🏍️Ter uma motocicleta; 🏡Morar na Baixada Santista; ✅Devido à grande procura, a interessada só pode ser adicionada ao grupo após participar de um encontro.
"Para garantir que entrem apenas aquelas que realmente querem participar e somar com a gente", explicou Sabrina; 📄Depois, é necessário preencher um formulário com os dados pessoais para aprovação das administradoras.
Sabrina, Taís e Jennyfer criaram o motogrupo há um ano Reprodução/Instagram Sabrina destacou que as regras continuam após entrar no motogrupo.
"Além de envolver a segurança de todas, somos um grupo formado apenas por mulheres e precisamos preservar isso", afirmou a administradora, destacando as seguintes proibições: 🚫Não é permitido divulgar as rotas dos encontros para outras pessoas; 🚫É proibido ofender qualquer integrante, seja por cilindrada da moto, cor da pele, idade ou qualquer outro motivo.
"Existe muito preconceito e frases de ódio voltadas às mulheres pilotando.
Nós mostramos que não é a realidade, combatemos de frente e seguimos mostrando que mulher também pode", destacou a vendedora de motos e administradora do grupo, Jennyfer Souza, de 25 anos.
Motogrupo feminino se reúne na Baixada Santista, SP Reprodução/Instagram Como são os encontros? Ainda de acordo com Jennyfer, a comunidade aceita condutoras com pouca experiência e com veículos de baixa cilindrada (menos potentes).
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.