quinta-feira, 29 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Governo Lula descarta escalar crise com Trump por Flávio Bolsonaro; siga› Novo indicador metabólico prevê longevidade e risco de doenças crônicas› Projeto usa biomarcadores para prevenir infecções e lesões em atletas paralímpicos› Instituto de Física da Unicamp abre processo seletivo para pós-graduação› Diálogos PROASA: Rede de observação costeira e oceânica como política científica estruturante para SP› Seminário internacional debate registros digitais indígenas› Transmissão ao vivo de Vasco x Flamengo pelo Brasileirão: veja onde assistir› Fils volta a superar Michelsen e busca semi contra Fritz› Ancelotti convoca a seleção brasileira mais jovem dos últimos 16 anos› DESAFIO F1: CORRIDA E KART NÃO CHEGAM PERTO DO ESFORÇO DE UM PILOTO› Governo Lula descarta escalar crise com Trump por Flávio Bolsonaro; siga› Novo indicador metabólico prevê longevidade e risco de doenças crônicas› Projeto usa biomarcadores para prevenir infecções e lesões em atletas paralímpicos› Instituto de Física da Unicamp abre processo seletivo para pós-graduação› Diálogos PROASA: Rede de observação costeira e oceânica como política científica estruturante para SP› Seminário internacional debate registros digitais indígenas› Transmissão ao vivo de Vasco x Flamengo pelo Brasileirão: veja onde assistir› Fils volta a superar Michelsen e busca semi contra Fritz› Ancelotti convoca a seleção brasileira mais jovem dos últimos 16 anos› DESAFIO F1: CORRIDA E KART NÃO CHEGAM PERTO DO ESFORÇO DE UM PILOTO
Ciência

Os detalhes da travessia a remo de Amyr Klink pelo Atlântico Sul

Superinteressante ·
Os detalhes da travessia a remo de Amyr Klink pelo Atlântico Sul

Em 1984, há 42 anos, Amyr Klink se tornou a primeira pessoa a atravessar o Atlântico Sul a remo, da Namíbia à Bahia.

Em sua primeira grande expedição como navegador, passou cem dias isolado entre o céu e o mar, remando cerca de 8 horas por dia.

Sem internet ou GPS, calculava sua posição com base nas estrelas e só conseguia se comunicar por rádio poucas vezes por semana.

A preparação para a expedição foi tão difícil quanto a própria travessia.

Primeiro, Amyr precisou desenvolver uma embarcação adaptada às suas necessidades: deveria ser leve para remar e, ao mesmo tempo, comportar os mantimentos e a água necessários para todo o percurso.

Além disso, o barco não poderia virar.

Sozinho no oceano, uma capotagem terminaria em morte certeira.

Ele projetou o barco com o engenheiro naval José Carlos Belford, que alertou que uma embarcação imune às capotadas é praticamente impossível.

A solução foi construir um barco com um mecanismo que permitisse retornar sozinho à posição original após virar, como um “joão-bobo”.

Durante a expedição, Amyr capotou três vezes na costa da África e, em todas, o barco se virou sozinho.

A alimentação também exigiu uma solução engenhosa, desenvolvida especialmente para a travessia.

Amyr levou 275 litros de água e precisava limitar o consumo a menos de três litros por dia.

Por isso, utilizou alimentos desidratados que podiam ser preparados com água do mar.

Ao longo da travessia, enfrentou problemas físicos e técnicos, além de se deparar com diversos animais marinhos.

Ler a notícia completa no Superinteressante ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.

Mais de Superinteressante

Ver tudo ›

Mais em Ciência

Ver tudo ›