Morar em comunidade pode fazer bem à saúde dos idosos: conheça o ‘cohousing’
Modelo de moradia compartilhada pode ser positiva para idosos (Foto - Reprodução) Quem estará por perto quando chegar a velhice? Em uma sociedade em que cada vez mais pessoas vivem sozinhas, a pergunta também abre espaço para novas formas de pensar a moradia e os vínculos sociais.
É nesse cenário que o ‘cohousing’, modelo que combina residências privadas com áreas e atividades compartilhadas, começa a chamar atenção como uma possibilidade para um envelhecimento mais ativo e conectado.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o número de brasileiros que vivem sozinhos mais que dobrou entre 2012 e 2025, passando de 7,5 milhões para 15,6 milhões.
O crescimento acompanha mudanças na estrutura familiar e reforça a necessidade de pensar em alternativas que preservem a independência sem deixar de lado a convivência.
No cohousing, cada morador mantém sua própria casa e sua privacidade, mas divide determinados espaços com a comunidade.
Salas de convivência, cozinhas, áreas para refeições, jardins, lavanderias, academias e espaços de lazer podem fazer parte desses projetos.
A proposta é estimular encontros e relações de vizinhança sem transformar a vida coletiva em uma obrigação.
Um exemplo está sendo desenvolvido em Petrópolis, no Rio de Janeiro, com previsão de inauguração no segundo semestre de 2026.
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