Meta proíbe anúncios do TikTok em suas plataformas nos EUA e em mais seis países
Logotipo da Meta no Meta Lab, em Los Angeles, Califórnia (EUA), em 20 de maio de 2026 REUTERS/Daniel Cole/Foto de arquivo A Meta, dona do Facebook e do Instagram, proibiu anúncios da ByteDance, empresa chinesa proprietária do TikTok, em suas plataformas nos Estados Unidos e em outros seis países.
A informação foi confirmada por um porta-voz da companhia na quinta-feira (8). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O TikTok se tornou um dos principais concorrentes da Meta na disputa por usuários, criadores de conteúdo e dinheiro de anunciantes.
A proibição tem efeito imediato nos Estados Unidos, Canadá, Egito, Indonésia, Japão, Tailândia e Vietnã.
Também vale para anúncios de outras empresas que direcionem os usuários ao TikTok ou a outros serviços da ByteDance nesses países.
“Não temos obrigação de exibir anúncios de um concorrente cujo objetivo é tirar as pessoas dos nossos aplicativos”, afirmou a Meta.
Segundo a empresa, recusar esse tipo de serviço a um concorrente é uma prática comum em diferentes setores.
“Continuaremos competindo pela qualidade dos produtos e pela experiência dos usuários”, acrescentou.
Agora no g1 O TikTok e a ByteDance não responderam de imediato aos pedidos de comentário da agência Reuters.
Segundo o site do TikTok, a plataforma não permite links que abram outros aplicativos de redes sociais ou conectem os usuários às suas contas nesses aplicativos.
Ainda assim, é possível colocar no perfil links que levem aos sites dessas redes.
A decisão ocorre em meio a outra cobrança da Meta ao TikTok.
Desde agosto, a dona do Facebook e do Instagram pede que a concorrente e o YouTube adotem medidas semelhantes às que ela se comprometeu a aplicar para proteger adolescentes.
Naquele mês, a Meta fechou um acordo de até US$ 18 bilhões com estados americanos em um caso sobre danos causados pelas redes sociais a crianças.
A empresa concordou em estabelecer limites diários de uso do Facebook e do Instagram por crianças, restringir o acesso durante a noite e reforçar as medidas para impedir que elas vejam conteúdos inadequados para sua idade.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tecnologia.