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Deracre acompanha mudanças na vida de moradores em ramais de Rodrigues Alves

ac24horas ·
Deracre acompanha mudanças na vida de moradores em ramais de Rodrigues Alves

No Ramal dos Pinheiros, em Rodrigues Alves, o Deracre executou 7,7 quilômetros de serviços para melhorar o acesso de cerca de 30 famílias. As equipes retiraram pontos críticos, fizeram limpeza e drenagem, desobstruíram bueiros e executaram aterros. Pela estrada passam moradores, estudantes e a produção das propriedades.

A governadora Mailza Assis destacou o trabalho realizado nos ramais de Rodrigues Alves e a importância de manter esses acessos em melhores condições para as comunidades rurais.

“Estamos avançando nos ramais de Rodrigues Alves para melhorar trechos que fazem parte da rotina dessas comunidades. São serviços que muitas vezes parecem simples, mas fazem diferença para quem precisa passar por aqui todos os dias e depende dessa estrada para trabalhar, estudar e cuidar da família”, afirmou Mailza.

Leide Costa mora no Ramal dos Pinheiros há 23 anos. Foi ali que passou boa parte dos seus 29 anos como professora. Quando chegou para dar aula, acompanhava a irmã, que também era professora. Na época, saía cedo de casa e fazia o percurso a pé.

“Eu vim trabalhar, vim dar aula com a minha irmã, que também era professora. Comecei dando aula para as crianças. Agora eu tô fora da sala e já tô completando 29 anos de sala de aula. Naquela época eu dava aula no ramal. Saía cedo, a pé, e voltava com os meninos, porque tinha criança daqui e de lá.”

Hoje, Leide continua na comunidade. Na propriedade, cria porcos e mantém sua produção. O mesmo ramal por onde caminhava para chegar à escola é usado para sair de casa, levar o que produz e chegar à cidade.

“Eu moro aqui há 23 anos e já vi muita coisa mudar. Hoje, quando o Deracre entra e melhora o ramal, a gente sente a diferença. Fica melhor para passar, para sair daqui e principalmente para levar a produção. Para quem mora no ramal, isso é muito importante.”

Maria Amélia Borges da Silva chegou à região em 1992, acompanhando o marido, Sérgio. Quando os dois chegaram, a mata ocupava os dois lados da estrada. Começaram a trabalhar na terra, plantando feijão e tabaco e criando gado.

“Quando a gente chegou aqui, só era mata. Do outro lado também era mata. Só tinha um roçado que o pessoal tinha feito. Aí brocaram o roçado e plantaram.”

A estrada foi melhorando com o passar dos anos. Maria Amélia lembra de quando o acesso era uma passagem estreita.

“Era muito difícil pra cá. Depois foi melhorando, foram abrindo a estrada. Já tinha estrada, mas era só uma picada, era só estreita. E estamos até hoje.”

Mais de três décadas depois, Maria Amélia continua no sítio. Tem casa na cidade, mas fica poucos dias antes de voltar.

“Nós temos casa na cidade, mas a gente vai pra lá, passa uns diazinho e volta de novo. A gente gosta da vida do campo. A gente nasceu e se criou no campo. Fora a paz, né?”

Hoje, as equipes do Deracre trabalham no caminho que Maria Amélia conhece desde que chegou à região. Ela acompanha o serviço e vê a melhoria no acesso da propriedade.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ac24horas.com — o conteúdo pertence a ac24horas.

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