VÍDEO: Trump manda jornalista calar a boca durante coletiva
Que a extrema direita detesta a imprensa não é novidade e, atualmente, nem sequer busca esconder sua ojeriza à liberdade de expressão.
Quem deixou isso claro nesta segunda-feira (17) foi o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao ser questionado sobre a redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul.
A pergunta foi feita por uma repórter da CNN, que questionou Trump sobre se o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, havia pedido a ele que reduzisse as atividades militares conjuntas com a Coreia do Sul.
Trump perdeu a linha e começou a disparar uma série de ataques contra a jornalista, a quem chamou de “produtora de fake news” e “espalhafatosa”.
“Quieta, quieta, fique quieta.
Você está sendo muito desrespeitosa na frente desse rapaz.
Entendeu? Você não acha que ela está sendo desrespeitosa? Você é uma repórter que divulga fake news! Você é barulhenta e espalhafatosa.” https://x.com/updatecultura/status/2089499410694574540/history Trump pede redução de exercícios com a Coreia do Sul e mira diálogo com a Coreia do Norte O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou que o Pentágono reduzisse drasticamente os exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul, alegando custos elevados e sua “relação muito boa” com o líder norte-coreano Kim Jong-un.
A ordem foi divulgada por Trump no domingo (16), em uma publicação na Truth Social, poucas horas antes do início das manobras militares.
Apesar da manifestação do presidente americano, o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul confirmou, nesta segunda-feira (17), que os exercícios anuais Ulchi Freedom Shield começaram normalmente, conforme o cronograma previsto.
Até o momento, não foi anunciada nenhuma alteração significativa nas operações.
Trump manda reduzir exercícios militares Na publicação, Trump reconheceu que já era “tarde demais” para cancelar completamente as manobras, mas afirmou não estar satisfeito com a participação dos Estados Unidos.
O presidente determinou, então, que o Pentágono reduzisse substancialmente os exercícios.
Trump justificou a decisão citando sua relação com Kim Jong-un e classificou as manobras militares como um “sinal totalmente inadequado e hostil” à Coreia do Norte.
Segundo o presidente americano, Pyongyang não representaria uma ameaça aos Estados Unidos desde o início de seu governo.
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