Vitrola de maleta é ruim mesmo? Comparei com toca-discos JBL e entendi o problema
Na minha cabeça, discos de vinil tinham som ruim mesmo.
A falta de definição, o som um pouco metalizado e os barulhos estranhos faziam parte do “charme” de ouvir música em uma mídia analógica com décadas de história .
Só comecei a desconfiar dessa ideia quando comprei discos novos que simplesmente não tocavam direito na minha vitrola de maleta.
Algumas faixas pulavam constantemente e outras pareciam ter sido gravadas com qualidade muito pior do que as mesmas músicas que eu conhecia pelo Spotify.
Minha primeira conclusão foi óbvia: talvez os discos estivessem com defeito.
Até que resolvi fazer um teste bastante simples.
Peguei minha vitrola Victrola de maleta e coloquei ao lado dela um JBL Spinner BT , um toca-discos muito mais completo.
Usei os mesmos LPs, as mesmas caixas de som e, quando possível, os mesmos fones.
O resultado me deixou de queixo caído.
Vinil realmente tem som ruim? A primeira surpresa veio antes mesmo de comparar os aparelhos de forma mais cuidadosa.
Minha Victrola tem dois alto-falantes embutidos, mas sempre achei o som deles baixo e de pouca qualidade.
Por isso, eu já costumava usar uma caixa de som externa da Samsung conectada pela saída RCA da maleta.
Quando a JBL Spinner chegou, fiz praticamente a mesma coisa: conectei o toca-discos à mesma caixa e coloquei para tocar os discos que eu já conhecia havia meses.
Isso fez uma diferença imediata.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.