Mais de 90% do Monte Rushmore foi esculpido com dinamite entre 1927 e 1941, enquanto quase 400 trabalhadores desciam presos por cabos diante da montanha, e nenhum deles morreu durante os 14 anos de obra
Mais de 90% do monumento foi esculpido com dinamite ao longo de 14 anos, sem registrar nenhuma morte entre os trabalhadores
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O que você vai ver Por que a dinamite foi a principal ferramenta da obra. Como os trabalhadores ficavam suspensos diante da montanha. Como a dinamite dava lugar ao trabalho manual de detalhe. Por que nenhum trabalhador morreu durante os 14 anos de obra. Por que o Monte Rushmore é considerado um feito de engenharia. Entre 1927 e 1941, quase 400 trabalhadores esculpiram o Monte Rushmore usando, na maior parte do processo, dinamite como principal ferramenta, método que exigia precisão suficiente para remover rocha em grande escala sem comprometer o formato final dos rostos monumentais.
Esculpir rostos de dimensões monumentais diretamente na rocha de uma montanha exigia, antes de qualquer trabalho de detalhe, a remoção de uma quantidade imensa de material bruto, tarefa que seria impraticável usando apenas ferramentas manuais dentro de um prazo razoável de execução.
Segundo o National Park Service, mais de 90% da rocha removida durante a construção do Monte Rushmore foi retirada com o uso de dinamite, método que permitiu avançar rapidamente na etapa inicial de desbaste da montanha antes de qualquer refinamento mais detalhado das formas.
Para acessar diferentes pontos da face rochosa durante a obra, trabalhadores eram suspensos em cadeiras presas por cabos de aço, equipamento que os mantinha pendurados diante da montanha em posições específicas necessárias para operar perfuradores e posicionar cargas de dinamite com precisão.
Esse sistema de suspensão por cabos permitia que os trabalhadores alcançassem áreas da rocha que seriam praticamente inacessíveis por qualquer outro meio convencional, método que se tornou parte essencial da rotina diária de trabalho ao longo dos 14 anos de construção do monumento.
Depois que as cargas de dinamite removiam a maior parte do excesso de rocha, aproximando a montanha do formato geral desejado, o trabalho passava para uma etapa mais delicada, na qual os trabalhadores suspensos por cabos utilizavam perfuradores e ferramentas manuais para refinar progressivamente os detalhes dos rostos esculpidos.
Essa transição entre a fase de dinamitação em larga escala e o acabamento manual detalhado exigia coordenação constante entre as equipes, garantindo que o desbaste com explosivos parasse no ponto exato necessário para preservar margem suficiente de rocha para o trabalho de detalhamento final.
Apesar dos riscos evidentes envolvidos em trabalhar suspenso por cabos diante de uma face rochosa, manuseando dinamite e ferramentas pesadas ao longo de 14 anos consecutivos de obra, nenhum dos quase 400 trabalhadores envolvidos no projeto morreu durante todo o período de construção do Monte Rushmore.
Esse resultado é frequentemente citado como um feito notável de segurança do trabalho para os padrões da época, período em que obras de grande escala costumavam registrar índices de acidentes fatais bem mais elevados do que os observados atualmente em projetos de engenharia comparáveis.
A combinação entre o uso calculado de dinamite para desbaste em larga esca
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.