Conheça o plano econômico dos candidatos à Presidência
A pouco mais de um mês para as eleições , os candidatos à Presidência da República já definiram os seus planos de governo, com diretrizes para áreas fundamentais como saúde, educação e segurança pública.
Com isso, já foram identificadas propostas econômicas com abordagens distintas envolvendo política fiscal, tamanho do Estado, trajetória da dívida pública e modelo de crescimento.
Os documentos de campanha dos candidatos já indicam divergências na condução do arcabouço fiscal, na política de privatizações e no uso de estatais e bancos públicos.
Abaixo, listamos as propostas dos presidenciáveis mais bem posicionados nas pesquisas.
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1 de 8 Palácio do Planalto Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto 2 de 8 Fachada do Ministério da Fazenda Rafaela Felicciano/Metrópoles 3 de 8 Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Ricardo Stuckert 4 de 8 Candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 5 de 8 Romeu Zema (NOVO), candidato à Presidência da República Luiz Nova / Metrópoles 6 de 8 Candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo 7 de 8 Candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos (Missão) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 8 de 8 Candidatos à Presidência Arte Metrópoles Confira os planos econômicos dos candidatos: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) O programa econômico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem como eixo a manutenção do arcabouço fiscal aprovado em 2023, que estabelece metas de resultado primário com bandas de tolerância, combinado à retomada do investimento público como instrumento de estímulo ao crescimento.
“O crescimento sustentado depende da nossa capacidade de continuar mobilizando as potencialidades da economia brasileira e suas principais frentes de expansão: os investimentos produtivos públicos e privados, puxados pela ampliação e qualificação das infraestruturas logísticas, urbanas e sociais”.
A estratégia inclui a ampliação de investimentos em infraestrutura por meio do Novo PAC, com foco em logística, habitação, saneamento e energia, além da retomada de projetos considerados prioritários.
No campo industrial, o governo aposta na Nova Indústria Brasil (NIB) , política voltada à reindustrialização e ao incentivo a setores estratégicos, como tecnologia, inovação e transição energética.
Na área social, o plano se apoia na valorização do salário mínimo com ganho real, na manutenção e ampliação de programas como o Bolsa Família e na expansão de políticas de transferência de renda e consumo.
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