Me desculpem, mas não aceito o que Memphis Depay fez
O Corinthians fez uma apresentação inaceitável contra o Estudiantes nessa quarta-feira (16), na Neo Química Arena.
Um time sem vibração, garra ou espírito de luta. Com a arena lotada, nem assim os caras se entusiasmavam em uma semifinal de Libertadores.
Um time lento, sem criatividade e sem intensidade. Tudo isso conseguiu esfriar a Fiel torcida em vários momentos do jogo.
Rodrigo Garro e Memphis Depay não estão jogando nada e deixam a equipe mais lenta e sem intensidade.
O péssimo futebol contra o Estudiantes é o mesmo que o time está apresentando no Campeonato Brasileiro, razão pela qual está em uma situação complicada na classificação e com cinco derrotas consecutivas.
A imposição não existe dentro de casa contra ninguém. Até a Chapecoense, que é a última colocada do campeonato, veio à Arena e venceu por 2 a 1.
Não se impor e deixar os adversários gostarem do jogo está sendo um dos maiores problemas desse time treinado por Fernando Diniz.
Durante o jogo todo, o Corinthians só deu dois chutes na direção do gol, mesmo jogando em casa.
Como o adversário irá se assustar se o Corinthians não pressiona e não mostra quem manda na Arena?
O Estudiantes, que é um time pior do que aquele que deu trabalho ao Flamengo em 2025, sentiu-se à vontade para buscar o objetivo traçado: jogar por uma bola para tentar vencer ou empatar e levar a decisão para os pênaltis.
Ficou nítido isso durante toda a partida, e o Corinthians não conseguiu em nenhum momento quebrar esse ritmo e dominar o jogo.
A estratégia do treinador Alexander Medina, do Estudiantes, funcionou muito melhor do que a de Fernando Diniz — da qual nem dá para saber qual era, de tão fraca que foi a atuação do Corinthians.
Qual era a estratégia de Fernando Diniz para classificar o Corinthians?
Como escrevi, o Estudiantes jogou por uma bola o jogo todo e, com a displicência de toda a equipe, o Corinthians acabou tomando um gol com todos assistindo à jogada sem reação.
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