“Lista de ministros que precisam ser investigados segue crescendo”
Senador Alessandro Vieira cobra investigação sobre Nunes Marques após novas revelações do caso Master
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) comentou nesta segunda, 21, os arquivos encaminhados pela Polícia Federal (PF) a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que revelam que Daniel Vorcaro , ex-controlador do Banco Master, poderia pagar até 427 milhões de reais à “turma do KN” .
Esse era o modo como assessores do banqueiro se referiam ao desembargador Newton Ramos , do TRF-1, e à sua esposa, a advogada Camilla Ramos, próximos ao ministro Kassio Nunes Marques .
Em postagem no X, Vieira afirma que a “lista de ministros do STF que precisam ser investigados e que aparentemente não têm condições de permanecer no STF segue crescendo .
Vieira também lembra que Nunes Marques “engavetou” um mandado de segurança pela abertura de uma CPI do Master.
“Agora vazamentos apontam possível envolvimento de Kassio Nunes Marques com o caso Master. Enquanto isso o mesmo Kassio segue engavetando há meses um mandado de segurança que exige a instalação da CPI do Master”, acrescentou.
Segundo o Metrópoles , o valor seria pago em caso de êxito em causas do sucroalcooleiro, com honorários de 5% líquidos sobre o valor recebido pelo Master em 12 processos.
Vorcaro atuava para destravar 8,5 bilhões de reais em precatórios, decorrentes do controle de preços realizado pelo antigo Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA).
Para defendê-lo nas causas, o Master contratou o escritório Queiroga, Vieira, Queiroz & Ramos Advocacia, pertencente a Camila Ramos.
Em mensagens enviadas a Vorcaro, a esposa de Newton Ramos celebra o voto do ministro Nunes Marques no julgamento.
“Boa tarde! Grande vitória hoje para as Usinas na 2a Turma do STF! Placar 3×2 a favor das Usinas, para não aplicar o Tema 826.
É um excelente voto do Min. Nunes Marques fazendo a distinção dos casos em que o título judicial trouxe os critérios da indenização” , escreveu.
Os ministros Edson Fachin, Dias Toffoli e Nunes Marques votaram por reconhecer o precatório.
Nunes Marques, que inicialmente se declarou impedido, votou, alegando que havia ocorrido um “equívoco da assessoria do gabinete” .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.