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Operação transfere presos que comemoraram aniversário de facção com 'bolo' de cocaína em presídio de MS

G1 Mato Grosso do Sul ·
Operação transfere presos que comemoraram aniversário de facção com 'bolo' de cocaína em presídio de MS

Presos comemoram aniversário de facção com ‘bolo’ de cocaína em presídio de MS Presos identificados como envolvidos em uma comemoração de aniversário do Primeiro Comando da Capital (PCC), na segunda-feira (31), dentro do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande foram transferidos durante uma operação realizada pela Polícia Penal de Mato Grosso do Sul.

A ação começou na tarde de terça-feira (1º) e entrou no segundo dia nesta quarta-feira (2). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A operação, batizada de Nêmesis, é realizada pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), com apoio da Força Penal Nacional (FPN).

O objetivo é reforçar a segurança da unidade, investigar irregularidades e impedir a atuação de organizações criminosas dentro do presídio.

A movimentação ocorre após a divulgação de um vídeo gravado dentro da penitenciária.

Nas imagens, um preso aparece fazendo um discurso durante uma comemoração que faz referência ao PCC.

Ao fundo, detentos estão reunidos em volta de uma mesa onde é possível ver porções de uma substância semelhante à cocaína separadas em fileiras.

Presos comemorando o aniversário de facção.

Reprodução.

Presos foram transferidos Segundo a Agepen, a Polícia Penal realizou uma operação de revista geral, conhecida como pente-fino, na Máxima de Campo Grande.

Durante os trabalhos, foram identificados internos envolvidos nas irregularidades.

Eles foram transferidos da unidade, conforme as medidas de segurança definidas para cada caso.

Além da transferência, todos os presos identificados são alvo de um Procedimento Administrativo Disciplinar do Interno (PADIC), usado para investigar possíveis infrações cometidas dentro do sistema penitenciário.

A operação reúne policiais penais e equipes do Comando de Operações Penitenciárias (COPE), da Gerência de Inteligência do Sistema Penitenciário (GISP) e da própria unidade, além de agentes da Força Penal Nacional.

Drogas teriam sido levadas por drones As investigações também apontaram como as drogas e outros materiais proibidos teriam chegado ao presídio.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.

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