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Cientistas espalham 100 toneladas de polpa de café e veem árvores surgir em área de capim após dois anos

Banda B ·
Cientistas espalham 100 toneladas de polpa de café e veem árvores surgir em área de capim após dois anos

Uma antiga área de pastagem no sul da Costa Rica recebeu uma intervenção científica incomum baseada em resíduos agrícolas.

Em vez de realizarem o plantio direto de mudas ou sementes, pesquisadores espalharam cerca de 360 metros cúbicos de polpa de café para crescer árvores sobre o solo.

A quantidade equivale a aproximadamente 35 caminhões e representa 100 toneladas do material descartado pela indústria cafeeira.

Cultivo agrícola fornece insumo e polpa de café para crescer árvores em áreas de pastagem.

Foto: agriculturasp/Flickr Com isso, os cientistas buscavam alterar as condições químicas e físicas do terreno para verificar se a própria natureza conseguiria acelerar seu processo de recuperação.

Sendo assim, a resposta do ecossistema superou as expectativas iniciais da equipe em apenas dois anos de monitoramento.

Cobertura vegetal salta para 80% em área tratada O resultado do experimento surgiu rapidamente no terreno localizado na região de Coto Brus.

De início, a área coberta pelas copas das árvores ultrapassou 80% no setor que recebeu o composto orgânico.

Por outro lado, a parcela de terra usada como parâmetro de comparação manteve índices de regeneração próximos de apenas 20%.

Nesse espaço, as gramíneas e o capim continuaram dominando a paisagem sem grandes avanços de espécies arbóreas.

O desafio de controlar o capim e aplicar a polpa de café para crescer árvores Antes da intervenção iniciada em 2018, o local apresentava uma barreira comum na restauração ambiental: o domínio agressivo do capim sobre o solo degradado.

Por isso, os pesquisadores dividiram o espaço em duas parcelas experimentais de 35 por 40 metros para testar a polpa de café no crescimento das árvores.

Dessa forma, uma das áreas recebeu uma camada de 50 centímetros de espessura do resíduo, enquanto a outra permaneceu intacta.

Assim, a equipe passou a acompanhar quinzenalmente as transformações na química do solo e no surgimento de novas plantas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.

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