Herta: a 24 voltas da superlicença e de ser titular na Cadillac em 2027
A busca por um piloto americano segue firme na Fórmula 1.
A bola da vez agora é Colton Herta, de 26 anos, reserva da Cadillac e que está a um ponto de ficar apto a conseguir a superlicença da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o documento que permite aos pilotos serem titulares na maior categoria do automobilismo.
Duas vezes vice-campeão da Fórmula Indy nos Estados Unidos, o piloto tentou chegar à F1 pela primeira vez em 2023, pela AlphaTauri, mas não tinha os pontos necessários para a superlicença.
Por isso, em 2026, o piloto disputou a Fórmula 2 pela Hitech, enquanto participava de treinos livres com carros da Cadillac na Fórmula 1.
Com o cronômetro zerado, Colton Herta bate no final da classificação da F2 em Madri, na Espanha Neste momento, segundo a própria Cadillac, Herta tem 39 dos 40 pontos necessários para obter a superlicença.
Ou seja: se ele percorrer mais 100 km em um treino livre, alcançará o objetivo.
E o americano está escalado para disputar a primeira sessão do GP da Cidade do México, nesta sexta-feira no Autódromo Hermanos Rodríguez.
Para alcançar os 100 km, ele precisa completar pelo menos 24 voltas com o carro da equipe americana na sessão A de 60 minutos.
Com isso, ele ficaria apto a assumir a vaga de titular na Fórmula 1, como previsto em seu "plano de carreira".
E segundo informações obtidas em primeira mão pela reportagem do Voando Baixo e do GE.Globo, a intenção da Cadillac é ter Herta como um de seus pilotos em 2027 - pouco importando o desempenho ruim dele na F2.
Histórico de pontos para a superlicença de Colton Herta E olha que a temporada do americano na Fórmula 2 é decepcionante: é apenas o 19º no campeonato, com 26 pontos., sem pódios ou vitórias.
Ainda assim, a Cadillac seguiu com o programa com o piloto americano, fazendo pelo menos quatro treinos livres ao longo do ano.
O contrato do americano prevê a ida para a Fórmula 1 se atingidas algumas condições - a principal delas é a pontuação para a superlicença.
Além disso, o finlandês Valtteri Bottas tem sido abertamente criticado pelos dirigentes da equipe, chamado de "frio demais" pelo chefe Marcin Budkowski.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.