Espelho fiscal e o ajuste inadiável
O Brasil entra na segunda metade desta década com as finanças públicas sob pressão visível.
A dívida bruta do governo geral alcançou 82,5% do PIB em julho de 2026, R$ 10,9 trilhões.
A conta de juros consome cerca de 8,7% do PIB por ano, mais de R$ 1,15 trilhão nos últimos doze meses.
O déficit nominal beira 10% do PIB.
Com juros na casa dos 14% ao ano, a aritmética da dívida tornou-se abertamente hostil: o governo se financia a um custo muito superior ao ritmo em que a economia cresce.
Leia mais (09/05/2026 - 23h00)
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