quinta-feira, 8 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Imagem de eleitores do PT usando tornozeleira eletrônica ao votar é falsa› Senadora diz que governo tem 'estratégia' para mudar calendário para 6x1› Augusto Cury apoia Lula ou Flávio no segundo turno? O que candidato disse› Governador do PP diz que fará campanha para Lula apesar de apoio do partido a Flávio› Passageira é investigada pelo FBI após tirar a roupa e se masturbar em voo nos Estados Unidos› Alckmin faz campanha para Lula na periferia de SP e destaca abstenção alta no 1º turno› Caso Miguel: TJPE mantém condenação de Sari a sete anos de prisão por morte› Zelensky afirma que sua delegação se reunirá com enviados de Trump nos EUA› Borges: Confusão sobre Garotinho está na conta da Justiça Eleitoral› Paraná é o segundo estado mais rápido para abrir uma empresa no Brasil› Imagem de eleitores do PT usando tornozeleira eletrônica ao votar é falsa› Senadora diz que governo tem 'estratégia' para mudar calendário para 6x1› Augusto Cury apoia Lula ou Flávio no segundo turno? O que candidato disse› Governador do PP diz que fará campanha para Lula apesar de apoio do partido a Flávio› Passageira é investigada pelo FBI após tirar a roupa e se masturbar em voo nos Estados Unidos› Alckmin faz campanha para Lula na periferia de SP e destaca abstenção alta no 1º turno› Caso Miguel: TJPE mantém condenação de Sari a sete anos de prisão por morte› Zelensky afirma que sua delegação se reunirá com enviados de Trump nos EUA› Borges: Confusão sobre Garotinho está na conta da Justiça Eleitoral› Paraná é o segundo estado mais rápido para abrir uma empresa no Brasil
Economia

Espelho fiscal e o ajuste inadiável

Folha · Mercado ·

O Brasil entra na segunda metade desta década com as finanças públicas sob pressão visível.

A dívida bruta do governo geral alcançou 82,5% do PIB em julho de 2026, R$ 10,9 trilhões.

A conta de juros consome cerca de 8,7% do PIB por ano, mais de R$ 1,15 trilhão nos últimos doze meses.

O déficit nominal beira 10% do PIB.

Com juros na casa dos 14% ao ano, a aritmética da dívida tornou-se abertamente hostil: o governo se financia a um custo muito superior ao ritmo em que a economia cresce.

Leia mais (09/05/2026 - 23h00)

Ler a notícia completa no Folha · Mercado ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www1.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha · Mercado.

Mais de Folha · Mercado

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›