EUA vão usar inteligência artificial para ajudar a controlar o tráfego aéreo e reduzir atrasos e cancelamentos
Os Estados Unidos se preparam para colocar em operação um software de inteligência artificial para ajudar no gerenciamento do tráfego aéreo na região de Washington, D.C.
Chamado Smart, o sistema foi desenvolvido para analisar diferentes fatores que influenciam o fluxo de aeronaves e antecipar possíveis conflitos.
O contrato para desenvolver a tecnologia é de US$ 875 milhões (cerca de R$ 4,4 bilhões), com duração de 12 anos.
A região de Washington, D.C., será a primeira área dos Estados Unidos a receber o Smart. – Imagem: xbrchx/Shutterstock Inteligência artificial no controle aéreo As autoridades de aviação dos Estados Unidos estão prestes a colocar em operação uma tecnologia desenvolvida para auxiliar o gerenciamento do tráfego aéreo.
Batizado de Smart — sigla em inglês para Strategic Management of Airspace, Routes and Trajectories —, o software será lançado inicialmente na região de Washington, D.C., antes de uma expansão nacional.
A ferramenta pode analisar informações sobre os voos e as condições de operação para prever o fluxo do tráfego aéreo e identificar possíveis conflitos.
Como o Smart vai funcionar na prática O sistema considera diferentes fatores que podem afetar a movimentação das aeronaves.
Entre eles estão: horários dos voos das companhias aéreas ; condições meteorológicas; capacidade das pistas dos aeroportos; condições do espaço aéreo; restrições operacionais.
A análise desses dados deverá ajudar a FAA (Administração Federal de Aviação dos EUA) e as companhias aéreas a reduzir atrasos e cancelamentos.
O Smart também poderá encontrar rotas para voos quando interrupções alterarem o fluxo do tráfego aéreo.
Clima, capacidade das pistas e horários dos voos estão entre os dados analisados pelo sistema. – Imagem: Ceri Breeze/Shutterstock Contrato de US$ 875 milhões A empresa Air Space Intelligence venceu, no início deste ano, um contrato governamental de US$ 875 milhões com duração de 12 anos.
O acordo prevê o desenvolvimento do Smart e de um sistema relacionado.
Leia mais: Anac começa a punir passageiros indisciplinados com novas regras Decolagem automática: como é a tecnologia da Embraer? O que o modo avião realmente desliga no celular, e por que ele continua funcionando como despertador mesmo sem nenhum sinal O projeto deverá ser implantado primeiro na região de Washington, D.C.
Depois, a expectativa é ampliar seu uso para outras áreas até alcançar todo o espaço aéreo dos Estados Unidos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em olhardigital.com.br — o conteúdo pertence a Olhar Digital.