Dólar e Ibovespa sobem, com eleição e guerra no radar; Braskem recua mais de 6%
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar abriu a sessão desta segunda-feira (24).
Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ O cenário eleitoral brasileiro segue na mira dos investidores, após o primeiro debate presidencial ter acontecido na véspera sem a presença de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), os dois primeiros colocados nas pesquisas.
Na sexta-feira (21), o Datafolha divulgou a intenção de voto separado por segmento, considerando cenários com e sem o candidato Pablo Marçal.
DATAFOLHA: Veja intenção de voto no 1º turno Veja cenário com Pablo Marçal ▶️A relação entre Brasil e Estados Unidos também fica sob os holofotes, após Lula (PT) ter falado por telefone com o presidente americano, Donald Trump, na última sexta-feira.
Lula afirmou que as tarifas americanas adotadas contra o produtos brasileiros são "infundadas".
Trump, por sua vez, propôs uma nova rodada de reuniões entre as equipes técnicas, cujos detalhes devem ser definidos hoje. ▶️ No exterior, o conflito entre os EUA e o Irã continua no centro das atenções.
Nesta semana, o republicano anunciou que intensificaria a pressão sobre o país do Oriente Médio e ameaçou países que ofereçam "qualquer tipo de apoio ao Irã".
A expectativa é que novas sanções sejam anunciadas nos próximos dias.
Sem avanços diplomáticos, permanecem as incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz.
O barril do Brent, referência internacional, subiu 0,51%, cotado a US$ 94,26, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, teve alta de 0,09%, a US$ 86,91.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: -1,44%; Acumulado do mês: +1,47%; Acumulado do ano: --6,27%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: +2,45%; Acumulado do mês: -3,92%; Acumulado do ano: +6,14%.
Ibovespa se recupera após sequência de quedas A alta do Ibovespa nesta sexta-feira (21) foi puxada principalmente pela melhora do cenário externo e pela queda dos juros dos títulos de longo prazo dos Estados Unidos, segundo Otávio Araújo, consultor sênior da ZERO Markets Brasil.
O movimento aumentou a disposição dos investidores para comprar ações e outros ativos considerados mais arriscados, permitindo que a bolsa brasileira acompanhasse a recuperação dos mercados americanos.
Para Araújo, a reação também foi favorecida pela redução dos juros futuros no Brasil — taxas que indicam as expectativas do mercado para os juros nos próximos meses.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.