sábado, 15 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Política

Dona de 21 shoppings entra em falência pela segunda vez em pouco mais de três anos e tenta salvar seus centros comerciais

O Antagonista ·
Dona de 21 shoppings entra em falência pela segunda vez em pouco mais de três anos e tenta salvar seus centros comerciais

Dona de shopping centers voltou à Justiça pouco mais de três anos após a primeira recuperação. Entenda por que o primeiro acordo não foi suficiente

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O que você vai ver Qual dona de 21 shoppings entrou em falência pela segunda vez. Por que a primeira reestruturação não foi suficiente. Quem ficou entre os maiores credores da segunda falência. O que mudou na empresa depois da segunda saída da Justiça. Uma dona de shopping centers entrou com um novo pedido de recuperação judicial pouco mais de três anos depois de já ter passado pelo mesmo processo, numa tentativa de salvar os centros comerciais que ainda restavam sob seu controle.

A empresa é a PREIT (Pennsylvania Real Estate Investment Trust), fundo imobiliário sediado na Filadélfia que, em novembro de 2020, entrou pela primeira vez com pedido de recuperação judicial mantendo participação em 21 shoppings e outros quatro imóveis comerciais em operação nos Estados Unidos.

Pouco mais de três anos depois, em dezembro de 2023, a PREIT voltou à Justiça com um segundo pedido de proteção contra credores, listando cerca de R$ 11 bilhões em dívidas totais frente a cerca de R$ 9,35 bilhões em ativos, uma situação financeira ainda mais apertada do que a da primeira recuperação judicial.

Segundo a própria direção da empresa em documentos apresentados à Justiça, o acordo fechado na recuperação judicial de 2020 “se mostrou insuficiente para lidar com as necessidades de liquidez de longo prazo e os desafios macroeconômicos persistentes” enfrentados pela companhia nos anos seguintes.

Mesmo depois de sair da primeira recuperação judicial em poucas semanas, ainda em dezembro de 2020, a PREIT continuou sentindo o efeito da queda no movimento de shopping centers tradicionais e da alta nas taxas de juros, fatores que corroeram ainda mais a capacidade da empresa de honrar sua dívida remanescente.

Entre os nomes que apareceram na lista dos dez maiores credores não garantidos da segunda recuperação judicial da PREIT estava a varejista sueca H&M, que operava lojas dentro de shoppings do grupo e tinha valores a receber relacionados a contratos de aluguel firmados antes do pedido.

A presença de uma grande varejista internacional entre os credores reforçava o quadro geral do setor: mesmo marcas de fast fashion ainda relevantes e com lojas físicas ativas enfrentavam disputas comerciais com donos de shopping centers em dificuldade financeira, sinal de como a crise se espalhava por toda a cadeia do varejo físico americano.

A PREIT concluiu o segundo processo de recuperação judicial de forma relativamente rápida, por meio de um processo acelerado, e saiu da Justiça como uma empresa de capital fechado, deixando de ser negociada publicamente na bolsa, além de nomear um novo presidente executivo para conduzir a nova fase da companhia.

Duas recuperações judiciais em pouco mais de três anos são consideradas incomuns mesmo dentro do setor imobiliário de shoppings, já que o processo costuma envolver custos legais elevados e desgaste de confiança junto a investidores, o que normalmente leva empresas a evitar recorrer à Justiça outra vez tão cedo.

O caso da PREIT chamou atenção ju

Ler a notícia completa no O Antagonista ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.

Mais de O Antagonista

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›