Pablo Marçal pede Pix para campanha após ter financiamento público negado
O presidenciável Pablo Marçal (PRTB) pediu doações via Pix a seus seguidores para bancar a própria campanha , após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negar o acesso do candidato ao financiamento público.
Em participação no podcast Iron Talks, na última quarta-feira (19), Marçal declarou que não utilizaria dinheiro público nem recursos próprios, mas ressaltou que aceitaria doações de qualquer valor.
O candidato mencionou ter arrecadado R$ 9 milhões em doações quando concorreu à Prefeitura de São Paulo em 2024.
As informações são do Ric.com.br.
Sem acesso a verbas públicas, Pablo Marçal recorre a doações via Pix para financiar sua campanha.
Foto: Divulgação/Record TV Propaganda eleitoral: veja quanto tempo cada candidato terá na TV e no rádio no Paraná “Eu não vou usar dinheiro público.
Não vou usar meu dinheiro e explico: a pessoa que usa o seu dinheiro quer de volta.
Agora, se você pode doar com alguma coisa, qualquer quantidade, só para mostrar que você está junto” disse Marçal.
Pablo Marçal pede Pix após MP recomendar rejeição de candidatura Na mesma quarta-feira, o Ministério Público Eleitoral (MPE) recomendou ao TSE que rejeite o registro de candidatura de Marçal.
Além disso, o MPE sugeriu negar o acesso a recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e do Fundo Partidário, além de proibir a participação do candidato em debates e a veiculação de sua propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.
TSE proíbe Pablo Marçal de usar fundão e ir a debates; MPE dá parecer contra a candidatura Pablo Marçal foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) em 2024 por uso indevido dos meios de comunicação social durante as eleições municipais daquele ano.
A decisão do TRE-SP confirmou a inelegibilidade do empresário por oito anos e determinou o pagamento de uma multa de R$ 420 mil .
A prática que motivou a condenação envolveu a produção e a disseminação massiva em redes sociais de vídeos relacionados à campanha.
Marçal promoveu concursos que ofereciam prêmios aos criadores dos conteúdos com maior alcance, o que o TRE-SP interpretou como uso indevido dos meios de comunicação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.