Correios abrem novo programa de demissão voluntária
Os Correios abriram um novo Plano de Desligamento Voluntário (PDV), que prevê um incentivo financeiro para quem quiser sair da empresa.
As inscrições para o programa começaram nesta quinta-feira (20) e vão até o dia 30 de setembro.
A adesão é voluntaria.
O plano é voltado para empregados lotados, desde janeiro de 2025, "em unidades já impactadas ou que vierem a ser abrangidas no processo de otimização da rede e reestruturação dos Correios".
No programa aberto no início deste ano, houveram 3.181 adesões voluntárias.
Agora no g1 A projeção do plano de reestruturação da estatal era de 10 mil desligamentos neste ano e mais 5 mil em 2025.
Por isso, logo após o encerramento do primeiro PDV, os Correios passaram a estudar um segundo plano de demissão voluntária — que foi aberto agora.
Em nota, os Correios afirmaram que o plano de desligamento integra as iniciativas de reestruturação e sustentabilidade dos Correios, representando um novo ciclo do programa de desligamento voluntário.
"A medida foi concebida para atender às adequações e particularidades decorrentes do processo de reestruturação da empresa.
As estimativas de adesão e os impactos financeiros estão contemplados nos estudos e nas projeções econômicas divulgados anteriormente".
O incentivo financeiro é calculado de acordo com a situação de cada empregado, considerando as rubricas do regulamento, o tempo de serviço, a idade e os adicionais por aposentadoria e incorporação.
O incentivo: varia de R$ 24,4 mil a R$ 459 mil e é pago integralmente, em parcela única; valor é depositado até o décimo dia do mês seguinte ao desligamento; não tem incidência de Imposto de Renda nem recolhimento de FGTS.
A inscrição no programa não garante o desligamento automático.
As adesões passam por verificação de requisitos e são analisadas conforme as regras do plano, as necessidades operacionais e a disponibilidade de recursos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.