Fiscalização de bike elétrica e autopropelido expõe brechas em legislação
O adiamento do início da fiscalização de bike elétrica e autopropelido para outubro expõe a dificuldade da Prefeitura de São Paulo para cobrir as inúmeras brechas mesmo com a portaria publicada há duas semanas, regulamentando a circulação desses veículos na cidade.
Dúvidas sobre equipamentos a serem utilizados para detectar velocidade máxima em ciclovias ou até mesmo como chegar até os infratores são alguns pontos.
Na última semana, a prefeitura determinou que a fiscalização tenha início apenas em 12 de outubro, 45 dias após a portaria entrar em vigor.
Diante das informações divulgadas até o momento e de apurações conduzidas pela reportagem, o foco da prefeitura estará muito mais no caráter educativo do que punitivo, mesmo depois desse mês e meio de “preparação”.
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1 de 4 Ciclovia da Faria Lima, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 2 de 4 Ciclovia da Faria Lima, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 3 de 4 Ciclovia da Faria Lima, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles 4 de 4 Ciclovia da Faria Lima, em São Paulo William Cardoso/Metrópoles Além da prefeitura, o Metrópoles entrou em contato também com a Polícia Militar ( PM ) para checar como será feita a fiscalização nas ruas, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.
O espaço segue aberto.
Em um informativo divulgado na última quinta-feira (27/8), a prefeitura afirmou que “fiscalização não significa necessariamente aplicação de multa”.
Também disse que estão sendo avaliadas diferentes formas de fiscalização e condutas que podem ser apontadas pelos agentes de trânsito.
A administração municipal disse também que “não há regulamentação federal que permita a aplicação de multas diretamente aos condutores de determinados veículos autopropelidos sem emplacamento”.
A velocidade excessiva nas mais movimentadas ciclovias da capital paulista é a principal reclamação dos usuários.
Como o Metrópoles mostrou em outras reportagens, as ultrapassagens perigosas e a disputa por espaço têm provocado brigas e discussões ríspidas , um cenário que sempre foi mais comum entre motoristas no trânsito carregado e tenso.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.