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Dono do OnlyFans recebeu US$ 700 milhões antes de morrer de câncer aos 43 anos, deixando um império bilionário

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Dono do OnlyFans recebeu US$ 700 milhões antes de morrer de câncer aos 43 anos, deixando um império bilionário

Poucos meses antes de morrer, Leonid Radvinsky recebeu mais de US$ 700 milhões em dividendos do OnlyFans , plataforma que transformou em um dos negócios mais rentáveis da economia digital.

Morto aos 43 anos, em março, após uma batalha contra o câncer, o empresário deixou uma fortuna estimada em US$ 4,7 bilhões e uma empresa que segue crescendo e despertando o interesse de investidores.

Os números revelados agora nos documentos financeiros da Fenix International, empresa que controla o OnlyFans, ajudam a dimensionar o tamanho do negócio e da fortuna que Radvinsky construiu a partir dele.

No ano fiscal encerrado em novembro de 2025, o empresário recebeu US$ 535 milhões em dividendos.

Nos três primeiros meses de 2026, antes de sua morte, outros quatro pagamentos somaram US$ 174 milhões.

No total, foram US$ 709 milhões, algo próximo de R$ 3,8 bilhões na conversão aproximada.

Uma máquina de dinheiro O curioso é que o OnlyFans não precisa de uma estrutura gigantesca para produzir cifras dessa magnitude.

A empresa registrou US$ 1,55 bilhão em receita em 2025, alta de cerca de 10%, enquanto o lucro antes dos impostos chegou a aproximadamente US$ 714 milhões, avanço de 5% sobre o ano anterior.

O negócio também chama atenção pelo tamanho enxuto da operação.

Segundo os documentos financeiros, a empresa tinha apenas 47 funcionários.

Boa parte da atividade de moderação é realizada por trabalhadores contratados externamente.

Continua após a publicidade Criado em 2016 pelo britânico Tim Stokely, o OnlyFans ganhou projeção mundial ao permitir que criadores cobrassem diretamente dos fãs por conteúdos exclusivos.

Embora a plataforma aceite material de diferentes áreas, de fitness a culinária, ficou mundialmente conhecida pelo conteúdo adulto e pela mudança na lógica de monetização desse mercado.

Radvinsky entrou na história em 2018, quando comprou o controle da Fenix International.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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