Americanas (AMER3) conclui 2º fechamento parcial da venda de ativos da Hortifruti Natural da Terra em SP
A Americanas (AMER3) informou ao mercado a conclusão do segundo fechamento parcial da venda dos ativos de mais uma loja da rede Hortifruti Natural da Terra , no Estado de São Paulo, para o Grupo Fartura de Hortifrut, dono da Oba Hortifruti .
Com a nova etapa, foram transferidos ao comprador a posse e os ativos utilizados na operação da quarta das dez lojas deficitárias incluídas no acordo.
O contrato, anunciado em maio de 2026, prevê a alienação integral desses ativos por um preço total de R$ 69,3 milhões.
Segundo o comunicado divulgado na noite de segunda-feira (21), o Oba Hortifruti pagou R$ 627.698,55 nesta etapa, valor equivalente a 6,038% da parcela à vista prevista para esse fechamento parcial.
Desse montante, foram deduzidos os chamados Valores Custo M&A, conforme previsto no plano de recuperação judicial da companhia.
O saldo remanescente foi depositado na Conta Pagamentos M&A para amortização extraordinária das debêntures da 22ª emissão da Americanas, em linha com o plano de recuperação judicial.
O restante do preço referente aos ativos fechados nesta etapa será pago em 24 parcelas mensais, iguais e consecutivas, com vencimento no dia 15 de cada mês, corrigidas pela variação positiva do CDI desde a data do fechamento até o pagamento.
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Futuro da Americanas Enquanto o noticiário é tomado pelas dificuldades que o varejo enfrenta, com nomes reconhecidos entrando em recuperação judicial, a Americanas caminha trimestre a trimestre na busca por fechar esse capítulo, que enfrenta desde 2023.
A expectativa é que a companhia deixe o processo ainda neste ano.
Em entrevista ao Money Times , o CEO da varejista, Fernando Soares, e o CFO, Sebastien Durchon, recordaram que a solicitação para saída da recuperação judicial ocorreu de forma antecipada no fim de março deste ano e a efetivação depende de decisão judicial.
Inicialmente, esperava-se que isso ocorresse entre quatro e cinco meses, período esse já extrapolado.
Os executivos evitaram cravar uma data ou mês, mas a expectativa é de que ocorra ainda em 2026.
A administração da Americanas considera 2026 como um ano de estabilização do caixa e consolidação da transformação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.