Mulheres são suspeitas de usar dados de desempregados para pedir financiamentos e sumir com dinheiro
Mulheres são presas suspeitas de aplicar golpe com falsas vagas de emprego Duas mulheres são suspeitas de usar falsas vagas de emprego para conseguir dados pessoais de desempregados e fazer financiamentos de veículos em nome das vítimas, em Goiânia.
Ângela Vitória da Silva e Allanis Mel dos Santos Schon da Luz foram presas durante a investigação da Polícia Civil.
Segundo a polícia, as vítimas eram atraídas por anúncios de emprego e participavam de supostos processos seletivos.
Uma das oportunidades divulgadas era para motorista executivo particular, com salário de R$ 5.025, além de benefícios como plano de saúde, plano odontológico e vale-alimentação.
A defesa de Ângela Vitória e Allanis Mel afirmou que as duas são investigadas e que não há condenação contra elas.
Segundo o advogado Diego Raphael Guerreiro, as versões apresentadas pela polícia ainda não foram submetidas ao contraditório judicial e a existência de contato com pessoas, locais ou documentos não comprova, por si só, que as investigadas soubessem ou tivessem participado de eventual fraude.
A defesa informou ainda que as duas já prestaram esclarecimentos e permanecem à disposição das autoridades. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Anúncio de vaga de motorista com salário de R$ 5 mil era usado para atrair vítimas, segundo a Polícia Civil Reprodução/TV Anhanguera Vítima descobriu financiamento após mensagem do banco Vítima contou com exclusividade à TV Anhanguera que teve um carro financiado em seu nome após ser atraída por uma falsa vaga de emprego Reprodução/TV Anhanguera Uma das vítimas contou que procurava emprego quando foi atraída pela suposta vaga.
Após participar do processo seletivo, recebeu uma mensagem do banco informando que um financiamento havia sido concluído em seu nome.
“No celular estava chegando mensagem, aí eu parei a moto pra olhar.
Era o banco informando que o meu financiamento tinha sido concretizado com sucesso”, contou.
Segundo a vítima, uma Hilux de R$ 150 mil foi negociada em seu nome.
Do valor do veículo, R$ 125 mil foram colocados como entrada e os outros R$ 25 mil foram financiados.
Ao receber o aviso do banco, o homem voltou imediatamente ao local onde havia participado da entrevista, mas não encontrou mais as suspeitas.
“Na situação que a gente tá, procurando emprego, que a pessoa já não tá bem financeiramente, ainda levar um golpe desse é triste e complicado”, disse.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Goiás.