Alagoana que mora com família na Colômbia relata desespero durante terremoto: 'Foi uma eternidade'
Alagoana relata desespero durante terremoto na Colômbia Há três dias, a Colômbia segue com trabalhos de resgate e buscas por desaparecidos após o país ser atingido por um terremoto de magnitude 7,4, na última segunda-feira (10).
A jornalista e pesquisadora alagoana Flávia Lima Motta mora no país há nove anos e disse que os poucos minutos de duração do tremor "foi uma eternidade".
“Me desesperei, porque demorou muito.
Esses tremores duram pouco, na teoria, entre 40 segundos e um minuto.
Mas esse demorou muito, durou entre três e cinco minutos”, relembrou a alagoana. 📱Participe do canal do g1 Alagoas No terceiro dia, as autoridades locais já contabilizavam mais de 230 mortes, centenas de feridos e cerca de três mil desaparecidos.
A cidade de Cáli está entre os locais mais atingidos, com 74 mortos.
Este foi o tremor mais severo registrado na última década.
Flávia mora com o marido e os dois filhos, de 4 anos e 10 meses, em Bogotá.
O apartamento onde vivem fica a cerca de 50 quilômetros do epicentro do terremoto, que aconteceu em San José del Palmar.
Jornalista Flávia Lima Motta mora na Colômbia com marido e filhos Arquivo Pessoal “Moro em um apartamento no terceiro andar de um edifício de sete andares.
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