Sede da próxima Copa, Marrocos e outras federações árabes defendem Infantino
Seis federações árabes de futebol expressaram “apoio completo” ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, nesta quinta, 13.
O mandatário enfrenta um período de críticas e perda de apoio europeu após o frustrado projeto de venda de ações da Fifa a empresas privadas encabeçado pelo gestor.
“Nós, os líderes abaixo assinados de nossas respectivas associações de futebol, expressamos nosso total apoio ao Sr.
Gianni Infantino, presidente da Fifa, e reafirmamos nossa confiança em sua liderança e em seu compromisso contínuo com o desenvolvimento do futebol em todo o mundo”, diz o comunicado divulgado pelas agências de notícias internacionais Reuters e AP .
“Reconhecemos profundamente os esforços contínuos do Sr.
Infantino para promover o futebol globalmente, ampliar as oportunidades em todas as regiões e fortalecer o papel do esporte na aproximação entre pessoas e comunidades”, continua o comunicado.
Entre os signatários estão os presidentes da Associação de Futebol do Catar, Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani; da Associação Egípcia de Futebol, Hany Abo Rida; da Federação Marroquina de Futebol, Fouzi Lekjaa; e da Federação Mauritana de Futebol, Ahmed Yahya.
Os quatro representantes são membros do Conselho da Fifa.
Continua após a publicidade Além deles, o presidente da Associação Libanesa de Futebol, Hashem Haidar, e Moatasem Gafar, da Associação Sudanesa de Futebol, também assinaram o comunicado.
Os chefes das federações “esperam continuar nossa estreita cooperação com ele em direção a um futuro mais forte e próspero para o futebol mundial, ampliando oportunidades e fortalecendo ainda mais a contribuição do futebol árabe para o futebol global”.
Continua após a publicidade Sob críticas Infantino atravessa um período de turbulência no comando da Fifa depois de defender a proposta de venda de ações de competições da entidade através de uma empresa , a Fifa Forward Enterprise (FFE) no fim de julho.
O projeto foi abortado quatro dias após seu anúncio diante de ameaça de boicote da Uefa (União das Associações Europeias de Futebol) às competições internacionais por decisão unânime de todas as suas 55 federações-membros.
O presidente organizou uma reunião de crise no Marrocos que resultou em um comunicado de “total apoio” da Fifa ao seu chefe máximo e um “pedido de desculpas pelos erros” relacionados à tomada de decisões no projeto de privatização.
Apesar do recuo da Fifa, a Uefa manteve a posição de boicote às competições da Fifa, pois as condições que exigiu para que revertesse sua posição “não foram atendidas” e “perdeu a confiança na presidência de Gianni Infantino”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.