Cracolândia: como a arte é usada por coletivos na abordagem a usuários
O atendimento aos frequentadores da Cracolândia , na região central da capital paulista , não se restringe a equipes do governo do estado e da Prefeitura de São Paulo .
Organizações não governamentais e coletivos sem fins lucrativos também atuam na área há anos, oferecendo alternativas de tratamento, lazer e educação.
Um dos métodos mais utilizados por esses grupos é a chamada Redução de Danos — estratégia implementada no Brasil na década de 1980, inicialmente em Santos , no litoral paulista , em meio à epidemia de HIV.
A partir de maio de 2025, no entanto, com o “espalhamento” dos dependentes químicos , essas organizações tiveram que adaptar sua forma de atuação para continuar dando acolhimento a essa população.
Coletivos como o “Teto, Trampo e Tratamento” (TTT) e o “Pagode na Lata ”, por exemplo, reorganizaram suas frentes e concentraram sua atuação em locais específicos, como os Centros de Atenção Psicossocial (Álcool e Drogas) .
Ainda assim, segundo representantes dos grupos, o volume de assistidos diminuiu significativamente.
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1 de 13 Bateria do "Teto, Trampo e Tratamento" na Praça General Osório Imagens cedidas ao Metrópoles 2 de 13 Bateria do "Teto, Trampo e Tratamento" na Praça General Osório Imagens cedidas ao Metrópoles 3 de 13 Bateria do "Teto, Trampo e Tratamento" na Praça General Osório Imagens cedidas ao Metrópoles 4 de 13 Bateria do "Teto, Trampo e Tratamento" na Praça General Osório Imagens cedidas ao Metrópoles 5 de 13 Bateria do "Teto, Trampo e Tratamento" na Praça General Osório Imagens cedidas ao Metrópoles 6 de 13 Dependentes químicos em cruzamento da Rua dos Protestantes com a Rua dos Gusmões, na Cracolândia William Cardoso/Metrópoles 7 de 13 Cracolândia antes, na região onde fica a atual Praça do Triunfo Reprodução 8 de 13 Cracolândia antes, na região onde fica a atual Praça do Triunfo Reprodução 9 de 13 Ferro velho na Cracolândia Reprodução/MPSP 10 de 13 Estudo identificou beneficiários do Bolsa Família entre frequentadores da cracolândia Divulgação/Ricardo Nunes 11 de 13 Fluxo da Cracolândia entre a Rua dos Gusmões e dos Protestantes Renan Porto/Metrópoles 12 de 13 Guardas municipais observam movimento de dependentes químicos em cruzamento da Rua dos Protestantes com a Rua dos Gusmões, na Cracolândia William Cardoso/Metrópoles 13 de 13 Usuários da Cracolândia se aglomeram ao redor da Estação da Luz, em São Paulo Reprodução Arte e resistência Ambos os coletivos apostam em iniciativas de arte e educação como principal forma de criar vínculo com os usuários, oferecendo um ponto de apoio e dignidade.
Segundo os ativistas, a política do trabalho é antiproibicionista — ou seja, os usuários não precisam, necessariamente, estar em abstinência total para receber o atendimento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.