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VÍDEO: 'Estou na cadeia e não pude falar', diz condenada a 28 anos de prisão por atropelar e matar ciclista no ES

G1 Espírito Santo ·
VÍDEO: 'Estou na cadeia e não pude falar', diz condenada a 28 anos de prisão por atropelar e matar ciclista no ES

'Estou na cadeia e não pude falar', diz condenada por matar ciclista atropelada no ES A corretora de imóveis Adriana Felisberto Pereira, condenada a 28 anos de prisão por atropelar e matar a ciclista Luísa Lopes, disse que não teve o direito de participar do júri do caso.

A fala aconteceu durante a audiência de custódia dela, realizada na tarde desta quarta-feira (12), em Vitória.

"Estou na cadeia e não pude falar", falou. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp A audiência foi conduzida pelo juiz Enéas Miranda e tinha o objetivo de analisar a prisão realizada na quinta-feira (6), logo após a sessão do júri popular.

A ré foi detida na própria residência, onde acompanhava a sessão por videoconferência.

A modelo Luísa da Silva Lopes, de 24 anos, morreu atropelada na Avenida Dante Michelini, em Vitória, no dia 15 de abril de 2022.

A investigação apontou que Adriana ingeriu bebida alcoólica e fez uso de remédio controlado antes de assumir a direção do veículo. 'Estou na cadeia e não pude falar', diz condenada a 28 anos de prisão por atropelar e matar ciclista no Espírito Santo Reprodução Audiência online “Eu peguei 26 anos sem poder participar do júri.

Estou na cadeia e não pude falar.

Eu estava dentro de casa, participando de um júri pelo computador.

Não pude participar, mas eu queria participar.

Fui no primeiro dia, mas o juiz e o advogado falaram para eu ir embora”, afirmou a corretora durante a audiência online.

Ela ainda reafirmou que foi impedida de falar no segundo dia do julgamento, data de seu interrogatório.

Na ocasião, o magistrado que conduzia o Tribunal do Júri, Carlos Henrique Rios do Amaral Filho, perguntou se ela gostaria de se manifestar.

No entanto, conforme as imagens exibidas ao plenário, ao lado de sua advogada, Adriana informou que ficaria em silêncio.

Já na audiência de custódia, a corretora reafirmou que não teve culpa no atropelamento, que não viu Luísa atravessar a via e que não estava alcoolizada.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Espírito Santo.

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