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PM Gisele: STJ mantém prisão de tenente-coronel por risco de interferência

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PM Gisele: STJ mantém prisão de tenente-coronel por risco de interferência

O Superior Tribunal de Justiça ( STJ ) manteve a prisão preventiva do tenente-coronel da reserva da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto , acusado de feminicídio pela morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana .

A decisão, em caráter liminar, foi assinada pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca na última semana.

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1 de 11 Gisele foi encontrada morta em fevereiro Redes Sociais/Reprodução 2 de 11 Gisele Alves Santana e Geraldo Leite Rosa Neto Redes Sociais/Reprodução 3 de 11 Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio, mas depois o coronel foi preso e é investigado por feminicídio Arquivo pessoal 4 de 11 Oficial ignorou recomendação e cruzou a porta do imóvel acompanhado por policiais Polícia Civil/Reprodução 5 de 11 Reprodução/TJM 6 de 11 Publicação no Diário Oficial garante salário integral ao coronel, que somou mais de R$ 28 mil, enquanto a PM Gisele recebia R$ 7 mil Reprodução/TJM 7 de 11 Policiais reforçam que qualquer manipulação deve ser feita apenas pela perícia Reprodução/Polícia Civil 8 de 11 Reprodução/TJSP 9 de 11 Reprodução/TJSP 10 de 11 Tenente-coronel teve prisão decretada por morte da esposa, a PM Gisele Arquivo pessoal 11 de 11 Fabio Vieira/Especial Metrópoles A defesa do réu havia entrado com um pedido de habeas corpus contra um acórdão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), sustentando “ausência de fundamentação concreta da prisão preventiva” e afirmando que Geraldo Leite Rosa Neto colaborou com as investigações e que passou para a inatividade da Polícia Militar.

Ao indeferir o pedido, o ministro concluiu que a decisão anterior encontra-se devidamente amparada diante do “risco concreto à regular produção da prova, porquanto o paciente, além de ocupar posição elevada na hierarquia da Polícia Militar, sendo policiais diversas das testemunhas arroladas, teria adotado condutas voltadas à eliminação de vestígios e à alteração da cena dos fatos”.

Leia também São Paulo Pela 2ª vez, interrogatório de coronel acusado de matar PM Gisele é adiado São Paulo Pai da PM Gisele chora em audiência e rejeita suicídio: “Queria viver” São Paulo Mãe da PM Gisele diz que coronel é um “verme” e destruiu sua família São Paulo Socorrista expõe à Justiça sinais de que PM Gisele não tentou suicídio Na sexta-feira (28/8), o interrogatório do tenente-coronel foi adiado pela segunda vez .

Previsto para aquela data, o depoimento foi remarcado para 8 de setembro no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo.

Inicialmente, Geraldo Leite Rosa Neto deveria ser ouvido em 3 de julho .

A mudança ocorreu após um novo pedido da defesa, que insiste na inclusão de um laudo suplementar no processo.

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