Como foi interpretar Magic Paula e Hortência? Tainá Müller e Juliana Didone contam
Antes de dividirem a quadra como Magic Paula e Hortência, Tainá Müller e Juliana Didone perceberam que seria importante construir uma relação fora das câmeras para que a dinâmica da famosa dupla do basquete nacional aparecesse na tela.
Deu certo.
“Tivemos uma ligação”, afirma Tainá sobre a parceria com Juliana durante as filmagens de “Paula e Hortência – A Última Chance”.
O longa, dirigido por Joca Guerra-Peixe, encerrou as gravações e tem previsão de estreia para 2027, com distribuição da O2 Play.
Saiba mais notícias no canal do Bem Paraná A produção parte de um episódio ocorrido antes dos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996.
Hortência já havia se aposentado e acabara de ser mãe quando recebeu o chamado para voltar à seleção brasileira.
A história é contada pelo ponto de vista de Paula e usa o reencontro das duas como caminho para revisitar os conflitos e afetos que atravessavam aquela geração.
Para Tainá, o que torna a relação das duas particularmente interessante é justamente a dificuldade de colocá-la em uma categoria.
“Esse é o fio da navalha por onde percorremos e, para mim, é onde está a grande pérola, a beleza desse filme”, afirma.
Segundo ela, Paula e Hortência “competem explicitamente”, mas também reconhecem a admiração que sentem uma pela outra.
A atriz conta que a rivalidade entre as duas não é apresentada apenas como uma disputa.
Existe uma espécie de cumplicidade construída a partir do próprio enfrentamento.
“Elas mesmas falam que não são exatamente amigas, mas se respeitam e se admiram profundamente.
E quando estiveram unidas com um objetivo em comum, fizeram o impossível.” A dinâmica precisou funcionar também fisicamente.
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