14 riscos e benefícios de fazer jailbreak no Kindle
O jailbreak do Kindle chama a atenção de usuários que querem ampliar as funções do leitor digital da Amazon.
A modificação do software abre espaço para aplicativos de terceiros, novos formatos de arquivos e opções de personalização que não estão disponíveis no sistema original.
Por outro lado, o procedimento também traz riscos .
Alterações incorretas podem causar falhas no aparelho, enquanto atualizações da Amazon podem interromper o funcionamento do jailbreak.
Por isso, a decisão depende do quanto o usuário conhece de tecnologia e do que espera fazer com o Kindle.
O jailbreak consiste em modificar o software do dispositivo para contornar algumas limitações impostas pela Amazon.
Como o Kindle utiliza um sistema baseado em Linux, o desbloqueio pode dar acesso a áreas do sistema e permitir a instalação de ferramentas não autorizadas pela fabricante.
Entre os recursos disponíveis após o procedimento estão aplicativos, como o KOReader, que amplia o suporte a formatos como EPUB, DJVU e CBZ e oferece opções adicionais para leitura de PDFs.
Também há ferramentas para personalizar a tela de descanso , remover anúncios, sincronizar livros pelo Calibre e até executar jogos simples.
Quais são os riscos do jailbreak no Kindle? Apesar das possibilidades extras, o jailbreak não é indicado para quem procura apenas um Kindle estável e simples de usar.
O procedimento envolve alterações no software e pode exigir configurações e manutenção posteriores.
Confira os riscos do jailbreak no Kindle: Risco de “brickar” o dispositivo Possível perda da garantia Manutenção constante Instabilidade e maior consumo de bateria Limitações do hardware Segurança Maior dificuldade em Kindles recentes 1.
Risco de “brickar” o dispositivo Um dos maiores riscos do jailbreak é o chamado brick , quando uma alteração no software faz o Kindle parar de funcionar corretamente.
Em situações mais graves, o aparelho pode nem chegar a inicializar.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.