Mapas, manuais de explosivos e cálculo de custos: como grupo planejava ataques em Brasília
Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno; polícia agiu antes Mapas de prédios públicos, manuais para fabricação de explosivos e cálculos sobre a quantidade e o custo dos materiais.
Era assim que integrantes de grupos extremistas se organizavam para planejar possíveis ataques em Brasília, segundo uma investigação.
Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno As conversas monitoradas pelas autoridades revelaram que o principal objetivo do grupo era invadir e explodir prédios públicos, especialmente o Palácio do Planalto.
Os integrantes também tinham mapas de ministérios, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em uma das conversas, eles compartilharam a planta baixa do Palácio do Planalto e discutiram possíveis caminhos para entrar e sair do edifício.
Os investigadores também encontraram instruções para a fabricação de explosivos e coquetéis molotov, além de orientações sobre o desenvolvimento de artefatos explosivos.
Os integrantes calculavam a quantidade de material necessária e os custos para produzir os dispositivos.
Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, as estimativas indicavam a possibilidade de produzir mais de três granadas por integrante.
As conversas também mencionavam a produção de pólvora e o baixo custo para sua fabricação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Distrito Federal.