Romeu Zema no Jornal Nacional: o que disse o candidato à presidência na sabatina da Globo
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Privatizar empresas estatais, classificar facções criminosas como organizações terroristas, anistiar condenados pela tentativa de golpe de Estado de janeiro de 2023 e manter o poder de compra do salário mínimo.
Essas foram os principais propostas apresentadas pelo ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), durante sua entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, nesta segunda-feira (24/08).
Zema foi o primeiro postulante à Presidência a participar da sabatina que será feita com outros cinco candidatos ao longo desta semana.
Ao todo, Zema teve 40 minutos para responder perguntas formuladas pela bancada do programa.
Além dele, está prevista a participação do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD); Renan Santos (Missão); do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT); do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do escritor Augusto Cury (Avante).
Foram convidados à sabatina os seis candidatos mais bem colocados na pesquisa divulgada pela Quaest no dia 14 de agosto.
A participação de Zema no programa acontece um dia depois de ele cancelar sua ida a um debate realizado pela Rede Bandeirantes de Televisão e pelo jornal O Estado de S. Paulo, no domingo (23/8) . Zema havia confirmado sua participação no programa, mas recuou após a confirmação das ausências de Flávio Bolsonaro e Lula.
Sua ida ao Jornal Nacional era vista por apoiadores como uma das principais oportunidades de o candidato mineiro se lançar ao público nacional, uma vez que, pelas regras eleitorais, seu partido, o Novo, não terá direito a tempo no horário eleitoral gratuito de TV, que começa na semana que vem.
Zema foi questionado sobre se manteria a atual política de valorização do salário mínimo, que prevê reajustes pela inflação do ano anterior e um percentual sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de anos anteriores.
Em sua resposta, ele prometeu manter a reposição da inflação, mas condicionou a aplicação de ganho real à situação da economia nos próximos anos.
"Eu garanto que ninguém vai ter perda. Se tiver inflação, nós daremos toda a inflação", disse.
Na mesma resposta, Zema associou a possibilidade de aumentos reais à melhora das contas públicas e à redução dos juros.
"Se a economia estiver indo bem, se nós tivermos as contas equilibradas, sim [aplicação de ganho real]".
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bbc.com — o conteúdo pertence a BBC News Brasil.