Nobel da Paz 2026 vai para Navi Pillay, jurista sul-africana que julgou genocídio em Ruanda
Moeda concedida aos vencedores do prêmio Nobel da Paz Patrick Semansky/AP O Prêmio Nobel da Paz 2026 foi concedido a Navanethem "Navi" Pillay, anunciou o Comitê Norueguês do Nobel, em Oslo, nesta sexta-feira (10).
A vencedora foi anunciado pelo presidente do comitê, Jørgen Watne Frydnes. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A edição deste ano deve premiar alguém ou alguma instituição que reforce os valores do multilateralismo e novas formas de cooperação diante da crescente tendência de fragmentação internacional, segundo especialistas ouvidos pela agência de notícias Reuters.
Além de uma medalha de ouro com o perfil de Alfredo Nobel, fundador do prêmio, o laureado também receberá 12 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 6 milhões).
Agora no g1 Ao todo, 287 candidatos foram indicados para o prêmio deste ano, incluindo 208 pessoas e 79 organizações, segundo o comitê do Nobel.
No entanto, ninguém sabe quem eles são porque a lista de indicados é mantida em sigilo por 50 anos dentro de um cofre no porão do Instituto Nobel da Noruega, em Oslo.
O prêmio é escolhido pelo Comitê Nobel Norueguês, que é formado por cinco pessoas nomeadas pelo Parlamento da Noruega.
O comitê, no entanto, não têm nenhum vínculo com o governo norueguês.
Seus membros são frequentemente, mas não sempre, políticos aposentados.
Um total de 106 foram entregues até hoje.
Dos 143 laureados, 20 são mulheres.
A pessoa mais jovem a vencer o Nobel da Paz tinha 17 anos e o mais velho, 86.
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Também aparecem entre as apostas instituições internacionais, organizações humanitárias e grupos que atuam na defesa da liberdade de imprensa e dos direitos das crianças.
O cenário de guerras e crises humanitárias também colocou na lista redes de voluntários e equipes de emergência que prestam ajuda diretamente às populações afetadas.
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