Augusto Cury responde acusação de compra de seguidores nas redes em meio a crescimento impressionante
O candidato à Presidência pelo Avante, Augusto Cury, classificou como uma “absurda” a ideia, levantada por campanhas de adversários, de que poderia estar comprando seguidores nas redes sociais.
Levantamento da AtivaWeb divulgado na semana passada no programa VEJA em Foco mostrava que ele havia ganhado mais de 1,3 milhão de seguidores, com taxa de engajamento crescendo 1000%.
“Acha que alguém com meu histórico, que sempre lidou com a verdade, que foi concursado como perito de psiquiatria judicial, que a vida inteira disse que quem não é transparente tem uma dívida impagável consigo mesmo, acha que vamos comprar seguidores?”, afirmou durante entrevista a Marcela Rahal no VEJA em Foco.
“Vou perder a minha essência por causa de uma jornada de uma eleição, já que eu tenho o que os políticos jamais sonharam em ter? Isso é um absurdo.” O candidato afirmou que o crescimento nas redes sociais ocorreu de forma espontânea e atribuiu a mobilização a pessoas que teriam se identificado com sua mensagem.
Ele também negou ter recorrido a influenciadores pagos para ampliar o alcance da candidatura.
“Na verdade, foi um movimento incontrolável”, afirmou.
Para Cury, a mobilização teria partido de pessoas que entenderam sua proposta de “pacificação”.
O que explica o crescimento de Cury nas pesquisas? Cury também avançou nas pesquisas de intenção de voto.
NA BTG/Nexus, ele saiu de 2% para 11% de uma semana para outra.
Já na AtlasIntel, ele foi de 3% a 7,8%.
Ao comentar o avanço de sua candidatura, o escritor atribuiu o resultado à descoberta, pelo eleitorado, de uma trajetória que, segundo ele, já havia produzido movimentos semelhantes na venda de seus livros.
O candidato afirmou ter vivido durante anos de maneira discreta e disse que sua candidatura não decorre de interesse pessoal pelo poder.
Continua após a publicidade “Eu vi com muita humildade e apenas eles descobriram o que eu sou”, afirmou.
Cury citou sua atuação em projetos sociais como mentor e embaixador em iniciativas relacionadas à prevenção de suicídios, conflitos familiares e pacificação.
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