Os dois desafios a partir da aprovação do Redata, segundo a Nvidia
A aprovação do Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata) foi celebrada pela Nvidia ( NVDC34 ).
A empresa é uma das beneficiadas pela redução de impostos que visam estimular investimentos em data centers no Brasil.
Agora, os esforços da indústria devem ser para resolver dois desafios: espaço e energia.
Essa é a avaliação feita por Marcel Saraiva, o executivo de vendas e marketing da Nvidia no Brasil.
“As coisas não aconteceram no tempo que esperávamos, mas, no final, a notícia boa é que deu certo”, disse em entrevista ao InfoMoney .
Antes de ser sancionado como um Projeto de Lei pelo presidente Lula na última terça-feira (15) , o Redata foi editado como uma Medida Provisória em 2025, mas perdeu a validade sem que um grupo de trabalho fosse instalado para o tema.
Com a aprovação do PL no Executivo nesta semana, o texto que isenta o Imposto de Importação, o PIS/Cofins, o PIS/Cofins-Importação e o IPI é visto pela indústria como uma forma de aumentar a competitividade brasileira no mercado de data centers.
E é aí que entra a Nvidia.
O motivo por trás da companhia ter sido catapultada a uma das mais valiosas do mundo foi o uso de suas GPUs nos principais data centers de processamento de inteligência artificial e nuvem do mundo.
No Brasil, o custo dessa importação poderia chegar perto do dobro de uma peça comprada nos Estados Unidos, por exemplo.
As GPUs da Nvidia não são vendidas direto ao mercado.
Na verdade, elas são distribuídas por meio de parceiros em forma de servidores já montados que abastecem os data centers.
No entanto, Saraiva explica que é possível fazer algumas simulações da redução de preço com base em informações de parceiros.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.