Eleições em SP: estado envelhece e saúde passa a enfrentar mais doenças crônicas e demanda por atendimento especializado
Professora Luzia Komatsu, de 79 anos Reprodução/TV Globo São Paulo está envelhecendo — e a mudança no perfil da população também transformou os desafios da saúde pública.
No início da década de 1990, cerca de quatro em cada dez paulistas eram crianças ou adolescentes.
Hoje, esse grupo representa 24% da população.
No mesmo período, a parcela de idosos passou de 7% para 17%.
Em números absolutos, a população com 60 anos ou mais triplicou: passou de 2,4 milhões para 7,6 milhões.
Pela primeira vez, crianças e idosos têm praticamente o mesmo peso na população paulista.
A transformação demográfica é uma das mudanças retratadas pela terceira reportagem da série especial do SP1 em parceria com o g1sobre as eleições, que mostra como o estado de São Paulo se transformou desde o início da redemocratização.
Há cerca de três décadas, uma das principais preocupações da saúde pública era reduzir a mortalidade infantil e ampliar o acesso da população aos serviços básicos.
No início dos anos 1990, o Brasil ainda estruturava o Sistema Único de Saúde (SUS), criado pela Constituição de 1988.
Na época, doenças infecciosas, desnutrição, diarreia e pneumonia estavam entre as principais causas de adoecimento e morte de crianças.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 São Paulo.