Supremo: haverá a transmissão ao vivo de sessão com rito clandestino?
A sessão de terça no Supremo será “pública” e “transmitida ao vivo”.
Nota inicial: não são expressões sinônimas, como se verá.
Trata-se de mais uma concessão à tentativa de linchamento.
Ainda vou escrever sobre o “happening” que se prepara, cujo rito só Edson Fachin conhece — na hipótese de que saiba qual é.
Vale dizer: algo da gravidade que se afigura tem, por enquanto, um procedimento clandestino.
Mas já me antecipo.
SEMPRE FUI CONTRÁRIO À TRANSMISSÃO AO VIVO DE JULGAMENTOS.
Abaixo, vocês poderão ler um texto que escrevi no UOL no dia 6 de setembro de 2023.
Portanto, a opinião que segue abaixo foi exposta há três anos, reproduzindo o que penso desde 2002, quando começaram as transmissões.
Vocês constatarão que o “mote” do comentário foi uma fala de Lula no dia 5 de setembro daquele ano, na live semanal que fazia.
Disse o presidente: “A sociedade não tem que saber como é que vota o ministro da Suprema Corte.
O cara tem que votar e ninguém precisa saber.
Votou uma maioria, ninguém precisa saber quem votou.
Porque cada um que perde fica com raiva, cada um que ganha fica feliz”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.