Valdemar aponta falha em mobilização de Flávio no Rio de Janeiro
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, apontou o culpado pelo ato reduzido comandado pelo candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, no domingo, 16.Segundo o dirigente, o baixo comparecimento de público se deveu ao tempo nublado na capital fluminense.
“Normal, o tempo não estava bom, e o próprio Flávio falou que igual ao Bolsonaro não existe”, afirmou Valdemar ao colunista Igor Gadelha, do Metrópoles.
Leia Também: ELEIÇÕES 2º dia de campanha: veja agendas dos candidatos ao governo da Bahia ELEIÇÕES Saiba as propostas de Jerônimo e ACM Neto para a Cultura na Bahia ELEIÇÕES 2026 Na primeira semana de campanha, Lula e Flávio miram Minas Gerais A expectativa entre aliados de Flávio era de mobilização maior no local, tradicional palco de manifestações bolsonaristas no Rio de Janeiro.Segundo estimativa do Monitor do Debate Político, da USP, e da ONG More in Common, o ato reuniu 8,9 mil pessoas no horário de pico, às 11h30.
Com margem de erro de 12%, a estimativa de público varia entre 7,8 mil e 9,9 mil participantes.Comparações com o paiO evento de ontem ainda gerou comparações entre a mobilização realizada por Flávio e as movimentações feitas pelo pai, Jair Bolsonaro, também no Rio de Janeiro.Em 7 de setembro de 2022, em plena campanha pela reeleição, Jair Bolsonaro levou 64 mil pessoas à Avenida Atlântica.
Há dois anos, também no Dia da Independência, um ato pró-anistia comandado por Bolsonaro botou 32 mil apoiadores na orla de Copacabana.
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