Gaeco investiga suspeita de desvio de quase R$ 37 milhões que deveriam ajudar entidades beneficentes
Uma investigação sobre um suposto esquema de desvio de recursos destinados a entidades beneficentes apura um prejuízo estimado em quase R$ 37 milhões.
Nesta segunda-feira (26), o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), cumpriu 17 mandados de busca e apreensão em cidades do Paraná e de São Paulo, durante a Operação Samaritano.
Veículos de luxo estão entre os bens relacionados à investigação da Operação Samaritano, que apura suspeita de desvio de quase R$ 37 milhões.
Foto: Divulgação/PCPR.
A investigação apura suspeitas de apropriação de valores arrecadados com a venda de títulos de capitalização na modalidade filantrópica e de posterior lavagem de dinheiro.
As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara Criminal de Londrina, no Norte Central do Paraná.
Perseguição a carro roubado termina em confronto e três mortos na BR-376, no Litoral do Paraná As diligências ocorreram em Londrina, Ibiporã e Maringá, no Paraná, além da capital paulista e de Itupeva, no interior de São Paulo.
Investigação apura prejuízo milionário Segundo o Ministério Público, as investigações começaram em 2021 e envolvem uma distribuidora de títulos de capitalização sediada em Londrina e empresas ligadas a ela.
A suspeita é de que parte dos valores que deveriam ser repassados às entidades beneficiárias tenha sido retida indevidamente.
Entre as possíveis vítimas estão a Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), a Irmandade Santa Casa de Londrina e o Hospital do Câncer de Londrina.
O prejuízo estimado até o momento é de R$ 36.913.661,48.
Mulher vai parar na delegacia após ser flagrada comprando droga com bebê no bairro Tatuquara O promotor Leandro Antunes Meirelles Machado ressaltou que “as entidades beneficentes são consideradas possíveis vítimas e que a investigação ainda precisa confirmar as suspeitas”.
Como funcionaria o suposto desvio de milhões Os títulos de capitalização na modalidade filantrópica permitem que o comprador concorra a sorteios e ceda a uma entidade beneficente o direito ao resgate do título.
De acordo com a investigação, até 2019, uma distribuidora concentrava a arrecadação de campanhas em favor da Fenapaes e prestava contas das despesas descontadas dos valores destinados à entidade.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.