Do pirarucu ao crédito: negócios amazônicos enfrentam desafios para chegar ao mercado
Pirarucu de manejo tem preço mínimo estabelecido em R$7,83 por kg Bernardo Oliveira/Instituto Mamirauá Quase 30 toneladas de pirarucu saíram de Fonte Boa, no interior do Amazonas, com destino a São Paulo.
No trajeto, a carga passou por voadeira, barco e caminhão, precisou ser armazenada com gelo no porão de uma embarcação e enfrentou dificuldades de transbordo em Manaus.
Na estrada, ainda encarou os desafios da BR-319.
O percurso ajuda a explicar um dos principais desafios para quem quer transformar produtos da Amazônia em negócios.
Produzir é apenas uma parte do processo.
Também é preciso garantir financiamento, armazenamento, transporte e acesso ao mercado.
Para Michelle Guimarães, CEO da Navegam, a falta de infraestrutura ainda limita o crescimento das cadeias produtivas da região.
"Enquanto a gente não tem melhoria na infraestrutura logística, na capital, nos interiores, nas estradas, a gente não consegue ter uma escala desses produtos, porque tudo passa pela logística", afirma. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp É nesse cenário que empresas como a Navegam e a ForestFi tentam resolver problemas enfrentados pelas cadeias produtivas amazônicas.
Os dois negócios são apoiados pela AMAZ, maior aceleradora de negócios de impacto da Região Norte.
O programa acompanha empresas em diferentes estágios de desenvolvimento.
Agora no g1 Os exemplos ganham destaque neste 5 de setembro, Dia da Amazônia, data criada para chamar atenção para a conservação da floresta e para o desafio de conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental.
Nos últimos cinco anos, a AMAZ analisou mais de 500 empresas e atualmente acompanha 16 negócios.
Crédito também é um desafio Enquanto a Navegam atua para reduzir problemas de logística, a ForestFi trabalha em outra dificuldade das cadeias da sociobiodiversidade: o acesso a crédito e financiamento.
A empresa atua para aproximar investidores de negócios da bioeconomia amazônica.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Amazonas.