Do celular ao agente de IA: como o pagamento pode deixar de ser um clique
O celular já virou banco, carteira e, para muitos comerciantes, até maquininha.
O próximo passo pode ser deixar que a Inteligência Artificial faça a compra e o pagamento pelo consumidor.
Essa foi a discussão central do painel “Quando o celular e a IA assumem o protagonismo dos pagamentos” , realizado na Febraban Tech 2026, em São Paulo.
O debate reuniu Rodrygo Figueiredo, CPO da Zoop, e Aline Pavan, Community CIO do Itaú Unibanco .
A conversa colocou no centro uma transformação que começa a alterar não apenas a forma como as pessoas pagam, mas quem toma a decisão de compra .
Hoje, o consumidor usa o celular para procurar um produto, comparar preços, escolher onde comprar e, finalmente, realizar o pagamento.
Com a evolução dos chamados agentes de Inteligência Artificial, parte dessas tarefas pode passar para a própria tecnologia.
Do celular à IA: a próxima fronteira dos pagamentos O debate sobre a evolução dos meios de pagamento, porém, passa também pela transformação do celular em instrumento de recebimento e pela necessidade de combinar conveniência, segurança e preço na inovação.
Em um workshop sobre o tema, Davi Holanda, CEO e fundador do Jota, e Rodrygo Figueiredo discutiram como novas tecnologias podem mudar a relação entre lojistas e pagamentos.
O Jota, cliente da Zoop, aposta no Tap on Phone , tecnologia que transforma o smartphone em um terminal de pagamento.
Para Holanda, conveniência, segurança e preço são os três pilares que orientam a inovação no setor .
Nesse contexto, o Tap on Phone aparece como uma evolução relevante por permitir que o próprio celular faça o papel que antes dependia de uma maquininha física.
Segundo o executivo, a tecnologia vem crescendo de forma acelerada e segue uma trajetória que lembra a adoção do Pix quando os diferentes elementos necessários para sua expansão se combinaram.
A infraestrutura da Zoop está por trás da solução utilizada pelo Jota.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.