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Casas Bahia: Clientes podem ser prejudicados por pedido de recuperação?

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Casas Bahia: Clientes podem ser prejudicados por pedido de recuperação?

Depois do pedido de recuperação judicial da Casas Bahia tomar conta do noticiário brasileiro, algumas dúvidas podem surgir em relação às suas operações, como se seus clientes podem ser prejudicados pelo processo ou se a empresa continuará em funcionamento.

O grupo varejista anunciou no domingo (16) que protocolou seu pedido de recuperação judicial .

Segundo a companhia, a atitude foi tomada devido à piora das condições financeiras.

ByteDance assina acordo de direitos autorais de IA com grupo de Hollywood Uber e Zipline firmam parceria para entrega de comida com drones nos EUA Bolsas da Europa fecham em queda com impasse no Oriente Médio A Casas Bahia ainda adicionou que, diante de um ambiente macroeconômico desafiador , o ajuizamento do pedido de recuperação judicial de fez necessário.

Ademais, junto com o balanço do segundo trimestre, o grupo anunciou o fechamento de 298 lojas.

No entanto, apesar das possíveis dúvidas quanto a suas operações, a companhia salienta que pretende manter suas operações em todos os canais existentes, priorizando atendimento aos clientes e consumidores, que deverão acontecer normalmente após o pedido de recuperação.

Segundo Rafael Guazelli, advogado especialista em direito tributário, o intuito da recuperação judicial é justamente a preservação da empresa , para que ela se reestruture e consiga equilibrar as finanças.

“Diferentemente da falência, a recuperação judicial dá um prazo maior para pagamentos credores.

O fechamento das quase 300 unidades deficitárias faz parte do plano, no sentido de conter custos e ganhar uma eficiência operacional maior”, explica o especialista.

Guazelli afirma que, fora essas unidades fechadas, a Casas Bahia possui 700 lojas ainda ativas , fora o comércio eletrônico.

Portanto, mesmo com o pedido e o possível deferimento, a empresa continua em operação até segunda ordem.

Já em relação aos clientes que compraram das 298 lojas encerradas, o advogado diz que seus direitos ainda estão resguardados perante Código de Defesa do Consumidor .

Segundo ele, é obrigação do grupo cumprir todos os contratos firmados até o encerramento das atividades dos comércios em questão.

Da mesma forma, é de responsabilidade do cliente continuar pagando parcelas contratadas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

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