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Estudiantes é o intruso nas finais brasileiras; Memphis é uma vergonha

UOL Esporte ·
Estudiantes é o intruso nas finais brasileiras; Memphis é uma vergonha

Quando a primeira ridícula parada para hidratação aconteceu em Itaquera o que Corinthians e Estudiantes mostravam era e não era surpreendente.

Quem esperava o alvinegro para cima dos visitantes, o via também mais propenso a disputar a vaga nos pênaltis do que no tempo normal.

E um assoprador de apito venezuelano tão catimbeiro como a marca registrada da paupérrima escola de arbitragem sul-americana.

Aos 35 minutos, enfim, um chute ao gol, por cima, do Carrillo corintiano.

Dois minutos depois, outro, de Kaio César, nas mãos do veterano goleiro uruguaio Muslera.

Quando o anestesiante primeiro tempo acabou a sensação era a de que a tensão no gramado e o barulho da arquibancada produziram efeito contrário: em vez de agitar, deram sono.

O medo de perder tira a vontade de vencer, já dizia o filósofo Vanderlei Luxemburgo.

Foram exatos sete minutos de ocupação do campo alvinegro até que o Corinthians armou contra-ataque e Kaio César errou o arremate final.

A pressão visitante continuou. Estava óbvio que, no intervalo, o Estudiantes percebeu que podia vencer sem depender da marca da cal.

Pouco antes de uma hora de jogo, os donos da casa mudaram, ao menos, de atitude e passaram a ser mais atuantes.

Chegou a segunda ridícula parada e, acredite, em 66 minutos não houve nem sequer uma sensação de gol.

Diniz se descabelava, gritava que sem entrar na área não se faz gol e pôs André no lugar de Carrillo.

O domínio mudou de lado, sem causar riscos, mas sem corrê-los, diante de 47 mil torcedores.

Aos 76, Muslera fez a primeira defesa difícil da partida, em arremate de Bidu.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Esporte.

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